Letra de A Origem Dos Gaiteiros - Grupo Manotaço
Disco A
01
Coração Nas Esporas
02
Xucro E Campeiro
03
Baio Crina De Seda
04
Tropeiros
05
Bem à Moda Antiga
06
A Origem Dos Gaiteiros
07
Machão
08
Memórias
09
Vanera Tranquejada
10
Mate Sagrado
11
Rodeio Do Meu Sonho
12
E Lá Vou Eu
13
Foi Deus Que Me Fez Campeiro
14
Deixa Eu Te Amar Por Favor
15
De Rodeio Em Rodeio
16
Paragens Do Sul
17
Coisas De Campeiro
18
Mais Uma, Gaiteiro
19
Estilo De Domingo
20
Gaudério 100%
A Origem Dos Gaiteiros
(Gildinho/Rico Baschera)
Fiz este xote para todas as querências
Pois este tem a essência da pura cepa campeira
É nesta dança que eu defino meu estado
Lenço branco e colorado se esvoaçando na poeira
É nesta hora que se eleva a tradição
Vem dos fundos de galpão, tal picumã da chaleira
Xote mais grosso do que dedo destroncado
É desse jeito que agrado a moçada a noite inteira
Toco minha gaita, faço verso e também canto
E o meu Rio Grande levanto através desta cantiga
Não adianta a gaita fazer alvoroço
Tem que ser um xote bem grosso e que tenha a marca antiga
Nestes fandangos eu toco e canto o que faço
E as gaitas do Manotaço vão mandando esse recado
Aos presidentes e patrões de CTGs
Para ver a sala encher é só nos fazer o chamado
Eu não desprezo a minha classe de gaiteiros
Pois todos são meus parceiros por onde quer que eu ande
O que eu defendo é minha classe galponeira
Eu não gosto de sonzeira nas gaitas do meu Rio Grande
Neste meu xote simples, modesto e sem luxo
Eu represento o gaúcho por este Brasil inteiro
Luzes acesas, fumaceira e gritaria
Não traz nenhuma alegria para o nosso homem campeiro
Faço um apelo aos novos que vêm crescendo
De sua gaita fazendo instrumento de profissão
Levar a sério pra quando vier um chamado
Mostrar aos outros estados o que é nossa tradição
Sempre tocando a origem dos gaiteiros
Pois foram os pioneiros que nos cederam carona
Tirar da gaita os mais puros sentimentos
E mandar aos quatro ventos o som puro da cordeona
Fiz este xote para todas as querências
Pois este tem a essência da pura cepa campeira
É nesta dança que eu defino meu estado
Lenço branco e colorado se esvoaçando na poeira
É nesta hora que se eleva a tradição
Vem dos fundos de galpão, tal picumã da chaleira
Xote mais grosso do que dedo destroncado
É desse jeito que agrado a moçada a noite inteira
Toco minha gaita, faço verso e também canto
E o meu Rio Grande levanto através desta cantiga
Não adianta a gaita fazer alvoroço
Tem que ser um xote bem grosso e que tenha a marca antiga
Nestes fandangos eu toco e canto o que faço
E as gaitas do Manotaço vão mandando esse recado
Aos presidentes e patrões de CTGs
Para ver a sala encher é só nos fazer o chamado
Eu não desprezo a minha classe de gaiteiros
Pois todos são meus parceiros por onde quer que eu ande
O que eu defendo é minha classe galponeira
Eu não gosto de sonzeira nas gaitas do meu Rio Grande
Neste meu xote simples, modesto e sem luxo
Eu represento o gaúcho por este Brasil inteiro
Luzes acesas, fumaceira e gritaria
Não traz nenhuma alegria para o nosso homem campeiro
Faço um apelo aos novos que vêm crescendo
De sua gaita fazendo instrumento de profissão
Levar a sério pra quando vier um chamado
Mostrar aos outros estados o que é nossa tradição
Sempre tocando a origem dos gaiteiros
Pois foram os pioneiros que nos cederam carona
Tirar da gaita os mais puros sentimentos
E mandar aos quatro ventos o som puro da cordeona