Letra de Rodeio Do Meu Sonho - Grupo Manotaço
Disco A
01
Coração Nas Esporas
02
Xucro E Campeiro
03
Baio Crina De Seda
04
Tropeiros
05
Bem à Moda Antiga
06
A Origem Dos Gaiteiros
07
Machão
08
Memórias
09
Vanera Tranquejada
10
Mate Sagrado
11
Rodeio Do Meu Sonho
12
E Lá Vou Eu
13
Foi Deus Que Me Fez Campeiro
14
Deixa Eu Te Amar Por Favor
15
De Rodeio Em Rodeio
16
Paragens Do Sul
17
Coisas De Campeiro
18
Mais Uma, Gaiteiro
19
Estilo De Domingo
20
Gaudério 100%
Rodeio Do Meu Sonho
(Frutuoso Araújo/Marcio Nunes Corrêa)
Numa cesta de domingo, meu sonho pegou a estrada
E foi se fazer morada num manancial de alegria
Com as visagens de campo mesclado à nação povoeira
Irmanando bandeira num rodeio de magia
No meu mouro devaneio abri a porteira grande
Que é do nosso Rio Grande a moldura mais perfeita
De vereda ouvi uma gaita de carícias com um violão
Dando vida a uma canção que a qualquer tristeza ajeita
Ouvi nos acampamentos a mais crioula poesia
Numa chamarra macia buscando seu fundamento
Num rodeio de irmãos lambendo o sal da igualdade
Revivendo a saudade da invernada do tempo
Avistei um aporreado dando início a um fandango
E a voz crua de um mango num vocalzito alternado
E um ginete aninhado no lombo que era uma brasa
Que parecia ter asas quando ao céu era levado
Tive o retrato fiel de toda arte campeira
Daqueles que tem mangueira na sua alma falquejada
Um taura cortando rastro numa armada destapada
Que ia buscar morada num osco aspa virada
Vai, meu sonho aragano, vaqueano de campo e serra
Mas volta trazendo terra nesta festa de magia
Eu quero semear o sul neste sono redomão
Pra acordar noutro verão num rodeio de alegria
Numa cesta de domingo, meu sonho pegou a estrada
E foi se fazer morada num manancial de alegria
Com as visagens de campo mesclado à nação povoeira
Irmanando bandeira num rodeio de magia
No meu mouro devaneio abri a porteira grande
Que é do nosso Rio Grande a moldura mais perfeita
De vereda ouvi uma gaita de carícias com um violão
Dando vida a uma canção que a qualquer tristeza ajeita
Ouvi nos acampamentos a mais crioula poesia
Numa chamarra macia buscando seu fundamento
Num rodeio de irmãos lambendo o sal da igualdade
Revivendo a saudade da invernada do tempo
Avistei um aporreado dando início a um fandango
E a voz crua de um mango num vocalzito alternado
E um ginete aninhado no lombo que era uma brasa
Que parecia ter asas quando ao céu era levado
Tive o retrato fiel de toda arte campeira
Daqueles que tem mangueira na sua alma falquejada
Um taura cortando rastro numa armada destapada
Que ia buscar morada num osco aspa virada
Vai, meu sonho aragano, vaqueano de campo e serra
Mas volta trazendo terra nesta festa de magia
Eu quero semear o sul neste sono redomão
Pra acordar noutro verão num rodeio de alegria