Letra de Milonga em Silêncio - Marcelo Oliveira
Disco A
01
Chorona
02
Quando Uma Lágrima Se Fez Espelho Na Alma
03
Olhar
04
Das Confissões de um Andejo
05
Romance De Estrada
06
Em Silêncio
07
Comparsão de Janeiro
08
Meus Olhos
09
A Tropa Fez Que Se Ia
10
Depois das Estradas
11
Cruzando as Égua no Passo
12
No Passo do Tempo
13
Milonga em Silêncio
14
Flor Morena de mi Alma
15
De Garrão Limpo no Más
Milonga em Silêncio
A noite guarda um silêncio...
Flor de trevo e maçanilha
Na simples falta de um grilo
Que não cantou sua vigília
Na ronda clara dos campos
Na imensidão da distância
Há um vazio de palavras
Rondando o galpão na estância
De vez em quando algum berro
De vez por outra um mugido
Das vacas pampas na frente
De algum terneiro perdido
Que a noite escondeu a lua
E cedo assim não entrega
Mas segue pastorejando
Os terneiros nas macegas
Talvez o dia demore
Quem logo clareia
E a vida explique o silêncio
Pra quem solito mateia
Quem já ouviu sua alma e
Entende versos tão meus
E sabe que este silêncio
Foi uma benção de deus
Coisa mais linda o silêncio
Quando se pode escutá-lo
Nas frontes do arvoredo
No galopar de um cavalo
Quando se nota na volta
Coisas que a alma precisa
Pra entender que o silêncio
Pode ser vento e ser brisa
Noite escura, céu de outubro
Escassa a lua e estrelas
Só quem tem alma de campo
Consegue de longe vê-las
Mesmo que os olhos se percam
Alma vai mais além
E redescobre a saudade
Achando os olhos de alguém
Talvez o dia demore
Quem logo clareia
E a vida explique o silêncio
Pra quem solito mateia
Quem já ouviu sua alma e
Entende versos tão meus
E sabe que este silêncio
Foi uma benção de deus
Flor de trevo e maçanilha
Na simples falta de um grilo
Que não cantou sua vigília
Na ronda clara dos campos
Na imensidão da distância
Há um vazio de palavras
Rondando o galpão na estância
De vez em quando algum berro
De vez por outra um mugido
Das vacas pampas na frente
De algum terneiro perdido
Que a noite escondeu a lua
E cedo assim não entrega
Mas segue pastorejando
Os terneiros nas macegas
Talvez o dia demore
Quem logo clareia
E a vida explique o silêncio
Pra quem solito mateia
Quem já ouviu sua alma e
Entende versos tão meus
E sabe que este silêncio
Foi uma benção de deus
Coisa mais linda o silêncio
Quando se pode escutá-lo
Nas frontes do arvoredo
No galopar de um cavalo
Quando se nota na volta
Coisas que a alma precisa
Pra entender que o silêncio
Pode ser vento e ser brisa
Noite escura, céu de outubro
Escassa a lua e estrelas
Só quem tem alma de campo
Consegue de longe vê-las
Mesmo que os olhos se percam
Alma vai mais além
E redescobre a saudade
Achando os olhos de alguém
Talvez o dia demore
Quem logo clareia
E a vida explique o silêncio
Pra quem solito mateia
Quem já ouviu sua alma e
Entende versos tão meus
E sabe que este silêncio
Foi uma benção de deus