Letra de Meus Olhos - Marcelo Oliveira
Disco A
01
Chorona
02
Quando Uma Lágrima Se Fez Espelho Na Alma
03
Olhar
04
Das Confissões de um Andejo
05
Romance De Estrada
06
Em Silêncio
07
Comparsão de Janeiro
08
Meus Olhos
09
A Tropa Fez Que Se Ia
10
Depois das Estradas
11
Cruzando as Égua no Passo
12
No Passo do Tempo
13
Milonga em Silêncio
14
Flor Morena de mi Alma
15
De Garrão Limpo no Más
Meus Olhos
Quando os meus olhos se encantam
E mau dormidos te veêm
Nas tuas sombras descansam
Ao florescerem os ipês
Pois querem ver teu sorriso
De lua clara nas mãos
Já sabem do que eu preciso
Pra acalmar o coração
Meus olhos sabem do vento
Que há no lombo da estrada
Percebem coisas lá dentro
Da tua alma calada
E vez por outra uma cisma
Se esvai de mim por desgosto
Percorrem o céu n'outro prisma
Pra se encotrar no teu rosto
Depois que eu ouço o silêncio
Que vem povoando distâncias
Emponcho o meu lado esquerdo
Quando a saudade se amansa
Então sesteio meu sono
Velado de bem querer
Meus olhos claros tem dono
E não querem te esquecer
Hà tempos ando e não creio
Em ser mais razão que espera
Não penso ser o primeiro
Mas teimo em ser tua tapera
Quero deitar meus segredos
Com olhos dentro da noite
Contar com sim quando o medo
Escurecer o horizonte
Meus olhos quietos prozeiam
Sem assombrar madrugadas
Às vezes loucos vagueiam
Quebrando o véu das canhadas
Mas quando sentem saudade
Não sabem mais viver sós
Só creem nas suas verdades
Contando o tempo pra nós
Depois que eu ouço o silêncio
Que vem povoando distâncias
Emponcho o meu lado esquerdo
Quando a saudade se amansa
Então sesteio meu sono
Velado de bem querer
Meus olhos claros tem dono
E não querem te esquecer
E mau dormidos te veêm
Nas tuas sombras descansam
Ao florescerem os ipês
Pois querem ver teu sorriso
De lua clara nas mãos
Já sabem do que eu preciso
Pra acalmar o coração
Meus olhos sabem do vento
Que há no lombo da estrada
Percebem coisas lá dentro
Da tua alma calada
E vez por outra uma cisma
Se esvai de mim por desgosto
Percorrem o céu n'outro prisma
Pra se encotrar no teu rosto
Depois que eu ouço o silêncio
Que vem povoando distâncias
Emponcho o meu lado esquerdo
Quando a saudade se amansa
Então sesteio meu sono
Velado de bem querer
Meus olhos claros tem dono
E não querem te esquecer
Hà tempos ando e não creio
Em ser mais razão que espera
Não penso ser o primeiro
Mas teimo em ser tua tapera
Quero deitar meus segredos
Com olhos dentro da noite
Contar com sim quando o medo
Escurecer o horizonte
Meus olhos quietos prozeiam
Sem assombrar madrugadas
Às vezes loucos vagueiam
Quebrando o véu das canhadas
Mas quando sentem saudade
Não sabem mais viver sós
Só creem nas suas verdades
Contando o tempo pra nós
Depois que eu ouço o silêncio
Que vem povoando distâncias
Emponcho o meu lado esquerdo
Quando a saudade se amansa
Então sesteio meu sono
Velado de bem querer
Meus olhos claros tem dono
E não querem te esquecer