Letra de Da Alma Branca dos Que Têm Saudade - Luiz Marenco
Disco A
01
Pra os Dias Que Vêm
02
Os Olhos Claros da Alma
03
De Boas Vindas
04
O Sal dos Olhos
05
Da Alma Branca dos Que Têm Saudade
06
Enchendo os Olhos de Campo
07
Memorial à Terra
08
Milongão Pra Assobiar Desencilhando
09
Onde Andará
10
Bem Querer
11
De Lua Linda
12
Milonga de Garras
13
Pra Apeiar Na Porteira
14
Pra o Meu Consumo
15
Se Eu Me Chamasse Chamamé
16
Milonga Pra Quem Partiu
Da Alma Branca dos Que Têm Saudade
Da alma branca dos que tem saudade
Brotam luzeiros pra clarear o dia
E na madrugada junto a um fogo grande
Repontam a querência que estava vazia
E se repetem por saberem o rumo
Que a vida toma por andar vadia
Nem mesmo o tempo por ter contratempos
Reconhece o sonho entre os temporais
Que a alma inventa cada vez que a gente
Se perde de um jeito de não se achar mais
E se desespera por saber que a espera
Pode ser pequena ou não findar jamais
Cada vez que a alma por não ter morada
Acha novo ninho pra pousar as asas
Uma outra alma oferece abrigo
Que a gente às vezes o transforma em casa
E quando então uma saudade fica
Junto a um fogo grande pra soprar as brasas
E a gente chora de chover por dentro
Por mais que essa dor nos siga as pegadas
Nem mesmo que a chuva com suas nuvens negras
Apague seus rastros que marcaram a estrada
Daí então meu rumo possa ter destino
De vencer distâncias e topar paradas
E da alma branca dos que tem saudade
O que a gente então pode perceber
Que a luz dos olhos pode ser o brilho
Que vamos tentando em vão esconder
Pois quem tem os olhos de olhar por dentro
Reconhece a alma por saber querer
Brotam luzeiros pra clarear o dia
E na madrugada junto a um fogo grande
Repontam a querência que estava vazia
E se repetem por saberem o rumo
Que a vida toma por andar vadia
Nem mesmo o tempo por ter contratempos
Reconhece o sonho entre os temporais
Que a alma inventa cada vez que a gente
Se perde de um jeito de não se achar mais
E se desespera por saber que a espera
Pode ser pequena ou não findar jamais
Cada vez que a alma por não ter morada
Acha novo ninho pra pousar as asas
Uma outra alma oferece abrigo
Que a gente às vezes o transforma em casa
E quando então uma saudade fica
Junto a um fogo grande pra soprar as brasas
E a gente chora de chover por dentro
Por mais que essa dor nos siga as pegadas
Nem mesmo que a chuva com suas nuvens negras
Apague seus rastros que marcaram a estrada
Daí então meu rumo possa ter destino
De vencer distâncias e topar paradas
E da alma branca dos que tem saudade
O que a gente então pode perceber
Que a luz dos olhos pode ser o brilho
Que vamos tentando em vão esconder
Pois quem tem os olhos de olhar por dentro
Reconhece a alma por saber querer