Letra de Cova de Touro - Luiz Marenco
Disco A
01
Filosofia de Andejo
02
Dobrando os Pelegos
03
Pra os Dias Que Vêm
04
De Boca em Boca
05
Final de Sêca
06
Senhor das Manhãs de Maio
07
Onde Andará
08
Um Vistaço na Tropa
09
Meus Amores
10
Enchendo os Olhos de Campo
11
Milongão Pra Assobiar Desencilhando
12
De Bota e Bombacha
13
Quando o Verso Vem Pras Casa
14
Batendo Água
15
Chamarrita de Galpão
Disco B
01
Rincão dos Touros
02
Quando Alguém Vem na Estrada
03
Andarilho
04
De a Cavalo
05
Sonho em Flor
06
Este Jeito De Domingo
07
Pra O Meu Consumo
08
Meu Rancho
09
De Volta de Uma Tropeada
10
Cova de Touro
11
Romance do Pala Velho
12
Décima do Potro Baio
13
Alma de Estância e Querência
Cova de Touro
Quando os ventos de setembro, aguçam o instinto das feras
E a novilhada retoça, pelo cio da primavera
Covas de touro se abrem, florescem trevos no meio
E os tauras travam combates, pelo poder do rodeio
Um touro pampa de marca, mandando terra pra cima
Outro touro pêlo osco, por contragosto se arrima
Dois tauras por excelência, duas tormentas a frente
Juntando forças de campo, pra desaguar numa enchente
Nos quatro esteios das patas, eu monarqueava meu posto
Prenunciando pêlo e sangue, que a espora conhece o gosto
"o mouro nem escarceava, atento ao mundo da volta
E os meus quatro ovelheiros, formavam a guarda da escolta
Depois da luta firmada, e as armas postas pra querra
Aspas de ponta de lança, lombos curtidos, de terra"
Torenas assim se pecham, como se fosse um ritual
Pelear pra sobreviver, ou por um simples ideal
Não param nem pelo mango, nem nos encontros do mouro
Peleiam por serem tauras, por seu instinto de touro
Depois cansados tranqueiam a vão seguir seus caminhos
Deixando covas abertas, pra um avestruz fazer ninho
E a novilhada retoça, pelo cio da primavera
Covas de touro se abrem, florescem trevos no meio
E os tauras travam combates, pelo poder do rodeio
Um touro pampa de marca, mandando terra pra cima
Outro touro pêlo osco, por contragosto se arrima
Dois tauras por excelência, duas tormentas a frente
Juntando forças de campo, pra desaguar numa enchente
Nos quatro esteios das patas, eu monarqueava meu posto
Prenunciando pêlo e sangue, que a espora conhece o gosto
"o mouro nem escarceava, atento ao mundo da volta
E os meus quatro ovelheiros, formavam a guarda da escolta
Depois da luta firmada, e as armas postas pra querra
Aspas de ponta de lança, lombos curtidos, de terra"
Torenas assim se pecham, como se fosse um ritual
Pelear pra sobreviver, ou por um simples ideal
Não param nem pelo mango, nem nos encontros do mouro
Peleiam por serem tauras, por seu instinto de touro
Depois cansados tranqueiam a vão seguir seus caminhos
Deixando covas abertas, pra um avestruz fazer ninho