Letra de Pra O Meu Consumo - Luiz Marenco
Disco A
01
Filosofia de Andejo
02
Dobrando os Pelegos
03
Pra os Dias Que Vêm
04
De Boca em Boca
05
Final de Sêca
06
Senhor das Manhãs de Maio
07
Onde Andará
08
Um Vistaço na Tropa
09
Meus Amores
10
Enchendo os Olhos de Campo
11
Milongão Pra Assobiar Desencilhando
12
De Bota e Bombacha
13
Quando o Verso Vem Pras Casa
14
Batendo Água
15
Chamarrita de Galpão
Disco B
01
Rincão dos Touros
02
Quando Alguém Vem na Estrada
03
Andarilho
04
De a Cavalo
05
Sonho em Flor
06
Este Jeito De Domingo
07
Pra O Meu Consumo
08
Meu Rancho
09
De Volta de Uma Tropeada
10
Cova de Touro
11
Romance do Pala Velho
12
Décima do Potro Baio
13
Alma de Estância e Querência
Pra O Meu Consumo
Têm coisas que tem seu valor
Avaliado em quilates, em cifras e fins
E outras não têm o apreço
Nem pagam o preço que valem pra mim
Tenho uma velha saudade
Que levo comigo por ser companheira
E que aos olhos dos outros
Parecem desgostos por ser tão caseira
Não deixo as coisas que eu gosto
Perdidas aos olhos de quem procurar
Mas olho o mundo na volta
Achando outra coisa que eu possa gostar
Tenho amigos que o tempo
Por ser indelével, jamais separou
E ao mesmo tempo revejo
As marcas de ausência que ele me deixou..
Carrego nas costas meu mundo
E junto umas coisas que me fazem bem
Fazendo da minha janela
Imenso horizonte, como me convém
Daz vozes dos outros eu levo a palavra
Dos sonhos dos outros eu tiro a razão
Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros
Das tantas saudades eu guardo a paixão
Sempre que eu quero, revejo meus dias
E as coisas que eu posso, eu mudo ou arrumo
Mas deixo bem quietas as boas lembranças
Vidinha que é minha, só pra o meu consumo...
Avaliado em quilates, em cifras e fins
E outras não têm o apreço
Nem pagam o preço que valem pra mim
Tenho uma velha saudade
Que levo comigo por ser companheira
E que aos olhos dos outros
Parecem desgostos por ser tão caseira
Não deixo as coisas que eu gosto
Perdidas aos olhos de quem procurar
Mas olho o mundo na volta
Achando outra coisa que eu possa gostar
Tenho amigos que o tempo
Por ser indelével, jamais separou
E ao mesmo tempo revejo
As marcas de ausência que ele me deixou..
Carrego nas costas meu mundo
E junto umas coisas que me fazem bem
Fazendo da minha janela
Imenso horizonte, como me convém
Daz vozes dos outros eu levo a palavra
Dos sonhos dos outros eu tiro a razão
Dos olhos dos outros eu vejo os meus erros
Das tantas saudades eu guardo a paixão
Sempre que eu quero, revejo meus dias
E as coisas que eu posso, eu mudo ou arrumo
Mas deixo bem quietas as boas lembranças
Vidinha que é minha, só pra o meu consumo...