Letra de Vassoura de Guanxuma - Luiz Marenco
Disco A
01
Destinos
02
Os da Última Tropa
03
Os Silêncios das Janelas do Povoado
04
Fundo de Campo
05
Da Boca Pra Fora
06
Estrela D’alva
07
Bailongo no Mato Grande
08
Vassoura de Guanxuma
09
Charla de Domador
10
Espera
11
Meu Rancho
12
À Moda de Martin Fierro
13
Perfil de Estrada e Tempo
14
Ressábios
15
Assim Se Vai "p'a Três Cruzes"
16
Cantador de Campanha
17
Hino Rio-grandense
Vassoura de Guanxuma
Essa mania de varrer meio tapeado
Me vem do tempo da vassoura de guanxuma
Quando pionava no rincão do gado alçado
Marca saudade que maneio uma por uma!
Estância grande da potrada caborteira
Que corcoveava no sentar prendendo o berro...
De noite e dia o transfogueiro de pau ferro
Guardando a chama da vivencia galponeira!
Cancha dos tauras mal varrida e mal aguada
Na sacristia memorial da raça antiga...
Cupim batido das caseiras de formiga
Com riscos fundos de chilena enferrujada!
Mal repontados de misturas com gravetos
Ciscos de crinas e de pêlos e cavacos...
Graxa queimada na cinza dos buracos
Entre as clavadas das marcas dos espetos.
Andei caminhos porque andar mal acostuma
Tenteando rumos pra enfrentar um tempo novo...
E me dei conta que na alma do meu povo
Ficaram riscos da vassoura de guanxuma!
Me vem do tempo da vassoura de guanxuma
Quando pionava no rincão do gado alçado
Marca saudade que maneio uma por uma!
Estância grande da potrada caborteira
Que corcoveava no sentar prendendo o berro...
De noite e dia o transfogueiro de pau ferro
Guardando a chama da vivencia galponeira!
Cancha dos tauras mal varrida e mal aguada
Na sacristia memorial da raça antiga...
Cupim batido das caseiras de formiga
Com riscos fundos de chilena enferrujada!
Mal repontados de misturas com gravetos
Ciscos de crinas e de pêlos e cavacos...
Graxa queimada na cinza dos buracos
Entre as clavadas das marcas dos espetos.
Andei caminhos porque andar mal acostuma
Tenteando rumos pra enfrentar um tempo novo...
E me dei conta que na alma do meu povo
Ficaram riscos da vassoura de guanxuma!