Letra de Das Alegrias Costeiras - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Minha Estampa
02
Abraço De Um Missioneiro
03
Fandango Na Fronteira
04
Chamarrita Sem Fronteira
05
Amigos Do Rio Uruguai
06
Dos Bailes No Cascavel
07
Surungo De Galpão
08
Os Dois Lados Do Mesmo Rio
09
Essência Guarani
10
Rios Pequenos
11
Três Passos
12
Palanqueado Na Vaneira
13
Pago Santo
14
Das Alegrias Costeiras
Das Alegrias Costeiras
(Letra: João Carlos Loureiro | Música: Valdomiro Maicá)
Pra quem pensa que um costeiro só canta verso tristonho
Talvez porque a cerração anda escondendo os meus sonhos
Eu vou mostrar o contrário neste chamamé crinudo
A tristeza é como a enchente, se vai com tranqueira e tudo
Se às vezes eu canto triste solando meu acordeom
É porque o verso costeiro hora é calmo, horas não
É este meu peito pachola nos remansos da emoção
Dando folga pras remadas do meu louco coração
Dê-lhe chamamé gostoso e que tristeza, que nada
Bailando nas madrugadas, pois o sossego permite
E só o amor admite, na imensa felicidade
De se viver cá na costa, bem distante da cidade
Eu acho uma coisa linda ver uma lancha encostando
Pois namoro e contrabando a gente aprende assim
É uma guaina costeira perfumada com jasmim
Sorrindo, toda faceira, vem de visita pra mim
Vai me entregando um regalo todo bordado a mão
Um ponchilio colorado, meu nome num coração
Redobrando em gentilezas, em troca lhe presenteio
Vou fazendo mil floreios nas teclas do acordeom
Dê-lhe chamamé gostoso e que tristeza, que nada...
Pra quem pensa que um costeiro só canta verso tristonho
Talvez porque a cerração anda escondendo os meus sonhos
Eu vou mostrar o contrário neste chamamé crinudo
A tristeza é como a enchente, se vai com tranqueira e tudo
Se às vezes eu canto triste solando meu acordeom
É porque o verso costeiro hora é calmo, horas não
É este meu peito pachola nos remansos da emoção
Dando folga pras remadas do meu louco coração
Dê-lhe chamamé gostoso e que tristeza, que nada
Bailando nas madrugadas, pois o sossego permite
E só o amor admite, na imensa felicidade
De se viver cá na costa, bem distante da cidade
Eu acho uma coisa linda ver uma lancha encostando
Pois namoro e contrabando a gente aprende assim
É uma guaina costeira perfumada com jasmim
Sorrindo, toda faceira, vem de visita pra mim
Vai me entregando um regalo todo bordado a mão
Um ponchilio colorado, meu nome num coração
Redobrando em gentilezas, em troca lhe presenteio
Vou fazendo mil floreios nas teclas do acordeom
Dê-lhe chamamé gostoso e que tristeza, que nada...