Letra de Rios Pequenos - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Minha Estampa
02
Abraço De Um Missioneiro
03
Fandango Na Fronteira
04
Chamarrita Sem Fronteira
05
Amigos Do Rio Uruguai
06
Dos Bailes No Cascavel
07
Surungo De Galpão
08
Os Dois Lados Do Mesmo Rio
09
Essência Guarani
10
Rios Pequenos
11
Três Passos
12
Palanqueado Na Vaneira
13
Pago Santo
14
Das Alegrias Costeiras
Rios Pequenos
(Letra: Máximo Fortes | Música: Valdomiro Maicá)
Eu não esqueço nos arroios pequeninos
Iguais a mim quando levado pela mão
O azul celeste refletido sobre os ninhos
Dos lambaris que beliscavam na emoção
Sinto uma força agitando este meu peito
Vinda de alguém que alojei no coração
E comparado à humildade dos arroios
Ainda cresce feito as águas que se vão
Numa milonga atrevida, num chamamé, num bugio
Saudade de quem se gosta
É linha que não enrosca fisgando almas de rio
Contava causo de guri que não sesteia
E dos invernos com pinhões pela manhã
Frutos socados ao pilão da velha Zifa
Naqueles tempos de balsear no Yucumã
Por seu amor à natureza em nosso sangue
Em quase-índio da querência de Nonoai
Nos arredou da pretensão de quem não vê
Sem rios pequenos, quem teria um Uruguai?
Numa milonga atrevida, num chamamé, num bugio...
Eu não esqueço nos arroios pequeninos
Iguais a mim quando levado pela mão
O azul celeste refletido sobre os ninhos
Dos lambaris que beliscavam na emoção
Sinto uma força agitando este meu peito
Vinda de alguém que alojei no coração
E comparado à humildade dos arroios
Ainda cresce feito as águas que se vão
Numa milonga atrevida, num chamamé, num bugio
Saudade de quem se gosta
É linha que não enrosca fisgando almas de rio
Contava causo de guri que não sesteia
E dos invernos com pinhões pela manhã
Frutos socados ao pilão da velha Zifa
Naqueles tempos de balsear no Yucumã
Por seu amor à natureza em nosso sangue
Em quase-índio da querência de Nonoai
Nos arredou da pretensão de quem não vê
Sem rios pequenos, quem teria um Uruguai?
Numa milonga atrevida, num chamamé, num bugio...