Letra de Palanqueado Na Vaneira - Valdomiro Maicá
Disco A
01
Minha Estampa
02
Abraço De Um Missioneiro
03
Fandango Na Fronteira
04
Chamarrita Sem Fronteira
05
Amigos Do Rio Uruguai
06
Dos Bailes No Cascavel
07
Surungo De Galpão
08
Os Dois Lados Do Mesmo Rio
09
Essência Guarani
10
Rios Pequenos
11
Três Passos
12
Palanqueado Na Vaneira
13
Pago Santo
14
Das Alegrias Costeiras
Palanqueado Na Vaneira
(Letra: João Alberto Pretto | Música: Valdomiro Maicá)
Louco pra entortá o espinhaço, envultei uma oito-baixo
Quarteando berro de macho aonde junta o mosquedo
Isso me atiçou as lombriga' e eu me atraquei moda antiga
Num roça-e-coça de urtiga pra cochichá os meus segredos
O galo bom vai ou racha, orgulhoso da bombacha
E vai rebentando as tacha' mostrando o naco da pua
Ainda mais se uma tchanga destas que a alma arremanga
Feita uma flor de pitanga quer fazer ciúmes pra lua
Não tem quem pinte o retrato de um xixo de taco a taco
A vanerão bem retaco e a pavio a meia goela
Ainda mais se é campeiro do estilo missioneiro
E desde antanho o tempero é um Rio Grande sem cancela
No meu traquejo eu não falho e me atraco no chacoalho
Destes que se pega atalho com o fole embalando as horas
Tapeio o pó da garganta me apinchando na percanta
E mostro que galo canta com o gogó dono da aurora
Nestes fandango' machaço o taura já mostra o braço
E sai campeando o espaço com uma prenda de primeira
Por isso tasco a pisada no encilhar da madrugada
Pra china ficá adonada palanqueada na vaneira
Não tem quem pinte o retrato de um xixo de taco a taco...
Louco pra entortá o espinhaço, envultei uma oito-baixo
Quarteando berro de macho aonde junta o mosquedo
Isso me atiçou as lombriga' e eu me atraquei moda antiga
Num roça-e-coça de urtiga pra cochichá os meus segredos
O galo bom vai ou racha, orgulhoso da bombacha
E vai rebentando as tacha' mostrando o naco da pua
Ainda mais se uma tchanga destas que a alma arremanga
Feita uma flor de pitanga quer fazer ciúmes pra lua
Não tem quem pinte o retrato de um xixo de taco a taco
A vanerão bem retaco e a pavio a meia goela
Ainda mais se é campeiro do estilo missioneiro
E desde antanho o tempero é um Rio Grande sem cancela
No meu traquejo eu não falho e me atraco no chacoalho
Destes que se pega atalho com o fole embalando as horas
Tapeio o pó da garganta me apinchando na percanta
E mostro que galo canta com o gogó dono da aurora
Nestes fandango' machaço o taura já mostra o braço
E sai campeando o espaço com uma prenda de primeira
Por isso tasco a pisada no encilhar da madrugada
Pra china ficá adonada palanqueada na vaneira
Não tem quem pinte o retrato de um xixo de taco a taco...