Letra de Nos Galpões - Cesar Oliveira e Rogério Melo
Disco A
01
À Don Mário Villagran
02
Tropeando Para o Saladeiro
03
Missioneiro
04
Na Boca da Noite
05
Romaria dos Pirilampos
06
Esta Milonga Que Canto
07
Nos Galpões
08
Poema à Moça da Janela
09
Sob as Mangas do Aguaceiro
10
Cavalinho de Pau
11
Ao Trote
12
Brotei do Chão das Boconas
13
Lamento Posteiro
14
No Cocho do Sal
15
Coplas de um Tosador
Nos Galpões
Na quietude, na hora morta
Se põem um grilo a cantar
Com a labareda a clarear
O negror da escuridão
No silêncio do galpão
Um homem de alma serena
Ameniza suas penas
No costado, de um fogão
E entrar pela janela
Um clarão de lua cheia
Com a fumaça se enleia
Rente ao capim da quincha
Lá fora um bagual relincha
Se emparceirando ao minuano
E este "ventito" pampeano
Vai entrando pelas pilchas
Quando o brilho, da noite grande
Calmamente se termina
O peão procura rima
Do verso que não cantou
E por certo não vingou
Com a brasa no tição
E com ao romper da mansidão
Um outro sonho se extraviou
É cercado de mistérios
O segredo dos galpões
Mas guarda junto aos fogões
Um lugar para um parceiro
Neste recanto campeiro
Ao ritual de devoção
Aonde um mate e um peão
Serão para sempre companheiros
Se põem um grilo a cantar
Com a labareda a clarear
O negror da escuridão
No silêncio do galpão
Um homem de alma serena
Ameniza suas penas
No costado, de um fogão
E entrar pela janela
Um clarão de lua cheia
Com a fumaça se enleia
Rente ao capim da quincha
Lá fora um bagual relincha
Se emparceirando ao minuano
E este "ventito" pampeano
Vai entrando pelas pilchas
Quando o brilho, da noite grande
Calmamente se termina
O peão procura rima
Do verso que não cantou
E por certo não vingou
Com a brasa no tição
E com ao romper da mansidão
Um outro sonho se extraviou
É cercado de mistérios
O segredo dos galpões
Mas guarda junto aos fogões
Um lugar para um parceiro
Neste recanto campeiro
Ao ritual de devoção
Aonde um mate e um peão
Serão para sempre companheiros