Letra de O Bugiu e as Macacas / É Disso Que o Velho Gosta - João Luiz Corrêa
Disco A
01
Céu, Sol, Sul, Terra e Cor / Procurando Cambicho / Fandango em Soledade
02
De Rodeio em Rodeio / Cambichos
03
Largo Tudo Pra Te Ver / Saudade Morena
04
Tem Dó / Ânsia De Baile
05
Sul Dos Mates / Castelhana
06
Tá Chiando A Chaleira / Morenaça
07
Chorando a Saudade / Pé Na Estrada
08
Tirando Lasca / Batendo Casco
09
Definição do Grito / As Coisas do Meu Rincão
10
Pêlos / A Primeira Vez
11
Linha Da Vida / Abram Cancha Pro Rio Grande
12
Embretados / Tertúlia
13
Vem Na Vanera
14
O Bugiu e as Macacas / É Disso Que o Velho Gosta
15
Barraca Armada / Casamento é Uma Gaiola
16
Na Neguinha
17
Viciado em Vanerão
18
No Rincão do Risca-faca
19
Sindicato dos Maridos sem Amante
20
Alma de Taura
21
Surungo de Fronteira
22
Casinha Branca
23
Pealando de Todo Laço
24
Chinoca Teimosa
25
Xixando
26
Mexerico Campeiro
27
Lá nas Gurias
28
Viajando no Chamamé
29
Surpresa da Vida
30
Vanera do Gauchão
31
Namoro de Galpão
32
Rei da Festança
33
Noite Infeliz
34
Amor Meu
35
Fandangueando no Rincão
O Bugiu e as Macacas / É Disso Que o Velho Gosta
O BUGIU E AS MACACAS
Sexta feira eu pego um troco
E já saio que não louco com coceira na guaiaca
Me vou lá pro rancherio
Por em cria o meu bugio com a china das macacas
Cansado de pajear vaca
Chuva forte não me ataca nem me empaca o tempo frio
Quando a saudade me acarca
Me gusta sair da casca no catre do povoerio
Dê-lhe gaita dê-lhe canha
Já chega de pão com banha ando com nojo de vaca
Pois quando folgo na changa
Eu só quero uma camanga com uma tianga das macacas
Não sou índio de carpeta
Mas vivo dando gambeta no destino que me enrosca
Se ser só é minha sina
Eu sempre ganho uma china donde o xixo desemboca
E assim sendo campeiro
Me entrevero no povoeiro por causa de pampa e fole
Mas amar essas mulheres
E dar tudo que elas querem ala-pucha não é mole
É DISSO QUE O VELHO GOSTA
Eu sou um peão de estância nascido lá no galpão
E aprendi desde criança a honrar a tradição
Meu pai era um gaúcho que nunca conheceu luxo
Mas viveu folgado enfim
E quando alguém perguntava
O que ele mais gostava o velho dizia assim
Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer
E foi assim que aprendi a gostar do que é bom
A tocar minha cordeona cantar sem sair do tom
Ser amigo dos amigos nunca fugir do perigo
Meu velho pai me ensinou
E eu que vivo a cantar
Sempre aprendi a gostar do que meu velho gostou
Saí da minha fazenda e me soltei pelo pago
Hoje tenho uma gaúcha para me fazer afago
E quando vier o piazito para enfeitar nosso ninho
Mais alegria vou ter
E se ele me perguntar
Do que se deve gostar como meu pai vou dizer
Sexta feira eu pego um troco
E já saio que não louco com coceira na guaiaca
Me vou lá pro rancherio
Por em cria o meu bugio com a china das macacas
Cansado de pajear vaca
Chuva forte não me ataca nem me empaca o tempo frio
Quando a saudade me acarca
Me gusta sair da casca no catre do povoerio
Dê-lhe gaita dê-lhe canha
Já chega de pão com banha ando com nojo de vaca
Pois quando folgo na changa
Eu só quero uma camanga com uma tianga das macacas
Não sou índio de carpeta
Mas vivo dando gambeta no destino que me enrosca
Se ser só é minha sina
Eu sempre ganho uma china donde o xixo desemboca
E assim sendo campeiro
Me entrevero no povoeiro por causa de pampa e fole
Mas amar essas mulheres
E dar tudo que elas querem ala-pucha não é mole
É DISSO QUE O VELHO GOSTA
Eu sou um peão de estância nascido lá no galpão
E aprendi desde criança a honrar a tradição
Meu pai era um gaúcho que nunca conheceu luxo
Mas viveu folgado enfim
E quando alguém perguntava
O que ele mais gostava o velho dizia assim
Churrasco e bom chimarrão
Fandango, trago e mulher
É disso que o velho gosta
É isso que o velho quer
E foi assim que aprendi a gostar do que é bom
A tocar minha cordeona cantar sem sair do tom
Ser amigo dos amigos nunca fugir do perigo
Meu velho pai me ensinou
E eu que vivo a cantar
Sempre aprendi a gostar do que meu velho gostou
Saí da minha fazenda e me soltei pelo pago
Hoje tenho uma gaúcha para me fazer afago
E quando vier o piazito para enfeitar nosso ninho
Mais alegria vou ter
E se ele me perguntar
Do que se deve gostar como meu pai vou dizer