Letra de Quadros Campeiros Do País Dos Gaúchos - Walther Morais
Disco A
01
Alma de Palanque
02
Fazendo Cerca
03
Coisas do Mundo de Peão
04
Bagual de Corredor
05
Não Sou Gaúcho de Andar Inventando
06
Milonga Abaixo de Mau Tempo
07
Flor Gaúcha do Itaqui
08
Bagual Picaço
09
Xixo de Rancho
10
Chamarrona de Campanha
11
Passando o Mango na Morte
12
O Bolicho do Tchalo
13
Quadros Campeiros Do País Dos Gaúchos
Quadros Campeiros Do País Dos Gaúchos
O sol rubro no horizonte
Vai se sumindo ao tranquito,
Parece um fogo alumiando
Os repechos do infinito.
No ermo da costa do mato
O vento assobia e corta,
E um taura atira uma flor
Na cruz da lembrança morta.
A lua num pala branco
Lá nos manguerões do céu,
E um joão- grande triste acena
Um branco adeus a lo léu...
Um paisano solitário
Vai chiflando em tom profundo,
E milongueando recuerdo
Nas noites ermas do mundo.
Ali ... onde o vento uiva...
Pedindo que alguem decifre,
Um touro escarvando terra
Levanta a pÁtria nos chifres...
E eu cantando milongas
No chÃo mais gaucho que existe!
Ecoa distante o canto
De um galo madrugador,
Um campeiro faz a ronda
Com a tropa no corredor.
Uma carreta toldada
Tempo adentro rechinando,
Um causo a beira do fogo
De quem se patriou peleando.
Um contrabando na noite
Antes que clareie o dia,
Um cusco agarra um tatu
E uma ovelha lambe a cria.
Um grilo vai canturiando,
Um relincho dum aporreado,
Um parelheiro na soga
Vai se sumindo ao tranquito,
Parece um fogo alumiando
Os repechos do infinito.
No ermo da costa do mato
O vento assobia e corta,
E um taura atira uma flor
Na cruz da lembrança morta.
A lua num pala branco
Lá nos manguerões do céu,
E um joão- grande triste acena
Um branco adeus a lo léu...
Um paisano solitário
Vai chiflando em tom profundo,
E milongueando recuerdo
Nas noites ermas do mundo.
Ali ... onde o vento uiva...
Pedindo que alguem decifre,
Um touro escarvando terra
Levanta a pÁtria nos chifres...
E eu cantando milongas
No chÃo mais gaucho que existe!
Ecoa distante o canto
De um galo madrugador,
Um campeiro faz a ronda
Com a tropa no corredor.
Uma carreta toldada
Tempo adentro rechinando,
Um causo a beira do fogo
De quem se patriou peleando.
Um contrabando na noite
Antes que clareie o dia,
Um cusco agarra um tatu
E uma ovelha lambe a cria.
Um grilo vai canturiando,
Um relincho dum aporreado,
Um parelheiro na soga