Letra de Flor Gaúcha do Itaqui - Walther Morais
Disco A
01
Alma de Palanque
02
Fazendo Cerca
03
Coisas do Mundo de Peão
04
Bagual de Corredor
05
Não Sou Gaúcho de Andar Inventando
06
Milonga Abaixo de Mau Tempo
07
Flor Gaúcha do Itaqui
08
Bagual Picaço
09
Xixo de Rancho
10
Chamarrona de Campanha
11
Passando o Mango na Morte
12
O Bolicho do Tchalo
13
Quadros Campeiros Do País Dos Gaúchos
Flor Gaúcha do Itaqui
Licença dona josepha pra este xirú campeiro
Quero cantar pra senhora um verso xucro e galponeiro
E acavala uma vanera das de floxa pessegueiro
Quando eu abro esta cordeona o bicharedo sai da toca
Os touros berram mais grosso, tatu pelado cavoca
Escuitando esta vanera que além de troncha é pitoca.
Cada vez que espinho a gaita lembro da josepha cunha
Acordo o sol com um gaitaço e só deus por testemunha
Chairo a goela... abro o peito e agarro o rio grande a unha.
Quando deus criou este mundo começou pelo itaqui
Terra de josepha cunha do uruguai e do ibicuí;
Meu velho rincão da cruz que eu amo desde guri
Com ela aprendi também um mandamento sagrado
Que cavalo de gaúcho seja lobuno ou bragado
Não bebe água de balde nem come pasto cortado.
Com ela foi que aprendi outra coisa meu parceiro
Que pelo trote de longe se avalia o parelheiro
E pelas garras que usa se conhece o bom campeiro
Sigo guasqueando a cordeona neste jeitão missioneiro
Lembrando a josepha cunha virei ginete e gaiteiro
E vou domando esta vaneira que é de floxá pessegueiro.
Quero cantar pra senhora um verso xucro e galponeiro
E acavala uma vanera das de floxa pessegueiro
Quando eu abro esta cordeona o bicharedo sai da toca
Os touros berram mais grosso, tatu pelado cavoca
Escuitando esta vanera que além de troncha é pitoca.
Cada vez que espinho a gaita lembro da josepha cunha
Acordo o sol com um gaitaço e só deus por testemunha
Chairo a goela... abro o peito e agarro o rio grande a unha.
Quando deus criou este mundo começou pelo itaqui
Terra de josepha cunha do uruguai e do ibicuí;
Meu velho rincão da cruz que eu amo desde guri
Com ela aprendi também um mandamento sagrado
Que cavalo de gaúcho seja lobuno ou bragado
Não bebe água de balde nem come pasto cortado.
Com ela foi que aprendi outra coisa meu parceiro
Que pelo trote de longe se avalia o parelheiro
E pelas garras que usa se conhece o bom campeiro
Sigo guasqueando a cordeona neste jeitão missioneiro
Lembrando a josepha cunha virei ginete e gaiteiro
E vou domando esta vaneira que é de floxá pessegueiro.