Letra de Iguaria Campeira / Sina De Andejo - Grupo Rodeio
Disco A
01
Iguaria Campeira / Sina De Andejo
02
Gritos De Liberdade / Gaúchos De Fato
03
Meu Medo / Milonga Saudade
04
Deus Gaúcho / Abram Cancha Pro Rio Grande
05
A Trote do Cavalo / Xote na Chuva
06
De Tranco e Vanera / Tu Não Sabe Cantá
07
A "rádia" Que Tu "escuita"
08
Cem Anos de Glória / Insana Guerra
09
Candonga Das Candongueira / Bailanta Da Neca Maria / Tranco Manco
10
Pensando / Marcas
11
Escudos De Uma Taura
12
O Sonho Acabou / Diz Pra Mim
13
Saudade Carga Pesada / Lendário Avô
14
Lamentos
15
Meus Pensamentos / Pra Que Lembrar
16
Doce Madrugada / Tempo E Saudade
17
Entenda / Noite Fria
Iguaria Campeira / Sina De Andejo
Ao lonquear a carne gorda de um churrasco mal passado
Dou um tombo na farinha pra enxugar o sangue escaldado
Oiga-lê bóia campeira pra o estradeiro estropiado
No engraxar do bigode golpeio a guampa de canha
Dando um tempero especial as refeições da campanha
(bamo encostando a carreta talhando espeto em taquara
Campeia a lenha pra o fogo espeta os chibos nas varas
Apruma a trempe pro mate aquento o arroz carreteiro
Depois de bucho cinchado seguimos estrada parceiro)
Picando a manta de charque o arroz na panela preta
É receita a moda antiga no rangido da carreta
Mateando e contando causos de bailantas e carpetas
No engraxar do bigode golpeio a guampa de canha
Dando um tempero especial as refeições da campanha
/
Queimando cobre em carreiras
Amanhecendo em carpeteada
São cavacos de um ofício
Pra quem se criou na estrada
Riscando espora em rodeios
Domando tropa aporreada
Quem quiser saber quem sou
Me encontre numa tropeada
Se tenho cheiro de terra e minha mão calejada
Um chapéu de aba comprida molhado da madrugada
Se tenho sina de andejo sem destino e sem parada
Não trago amarras comigo a coxilha é minha morada
Alambrador de mão cheia
Braço firme pra charqueada
Punho rasteiro na esquila
Parceiro de gineteada
Nunca escapou uma novilha
Depois da tropa estourada
Quem quiser saber quem sou
Me encontre numa tropeada
Dou um tombo na farinha pra enxugar o sangue escaldado
Oiga-lê bóia campeira pra o estradeiro estropiado
No engraxar do bigode golpeio a guampa de canha
Dando um tempero especial as refeições da campanha
(bamo encostando a carreta talhando espeto em taquara
Campeia a lenha pra o fogo espeta os chibos nas varas
Apruma a trempe pro mate aquento o arroz carreteiro
Depois de bucho cinchado seguimos estrada parceiro)
Picando a manta de charque o arroz na panela preta
É receita a moda antiga no rangido da carreta
Mateando e contando causos de bailantas e carpetas
No engraxar do bigode golpeio a guampa de canha
Dando um tempero especial as refeições da campanha
/
Queimando cobre em carreiras
Amanhecendo em carpeteada
São cavacos de um ofício
Pra quem se criou na estrada
Riscando espora em rodeios
Domando tropa aporreada
Quem quiser saber quem sou
Me encontre numa tropeada
Se tenho cheiro de terra e minha mão calejada
Um chapéu de aba comprida molhado da madrugada
Se tenho sina de andejo sem destino e sem parada
Não trago amarras comigo a coxilha é minha morada
Alambrador de mão cheia
Braço firme pra charqueada
Punho rasteiro na esquila
Parceiro de gineteada
Nunca escapou uma novilha
Depois da tropa estourada
Quem quiser saber quem sou
Me encontre numa tropeada