Letra de Ausência - Délcio Tavares

Ausência

Meu filho, desde que partistes
Nosso rancho está tão triste
Sentimos a tua ausência
A tua mãe, que outrora foi tão risonha
Rezando pede tristonha
Que tu voltes pra querência

Teu pingo amigo
Quando vem para o galpão
Bufa e cheira minha mão
Como a perguntar por ti
E numa prosa
Entre o homem e o cavalo
Ao teu fiel parceiro eu falo
Que em breve estarás aqui.

E aí então
Tudo será alegria
O mate ao clarear do dia
A pitanga temporona
A tarde cai
E a noite junto ao fogão
Vou ouvir teu violão
Consolar minha cordeona.

Teu pingo amigo
Quando vem para o galpão
Bufa e cheira minha mão
Como a perguntar por ti
E numa prosa
Entre o homem e o cavalo
Ao teu fiel parceiro eu falo
Que em breve estarás aqui.

E aí então
Tudo será alegria
O mate ao clarear do dia
A pitanga temporona
A tarde cai
E a noite junto ao fogão
Vou ouvir teu violão
Consolar minha cordeona.
{ bis }

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