Letra de Promessas - Délcio Tavares

Promessas

Esses bordoneios de guitarras loucas
Param minha alma com timidez de outono
As lembranças tuas me põem sal na boca
Porque me fez que crer que não tinhas outro

Esses devaneios de passar contigo
As minhas ilusões vão ganhando pressa
Cruzam a porta do meu sonho antigo
Embalando a ternura de tuas promessas

Por fim a quietude do silêncio vivo
Amansa meu canto com sussurros roucos
Perfuma meu templo doce lenitivo
Que a paixão explode em bordoneios loucos

Por fim a quietude do silêncio vivo
Amansa meu canto com sussurros roucos
Perfuma meu templo doce lenitivo
E a paixão explode em bordoneios loucos

O corpo adormece pro descanso findo
Saio sozinho a procurar teu vulto
Encontro o retrato do teu corpo lindo
Por entre a penumbra de um amor oculto

A noite termina se desfaz o sonho
A vida amanhece pra clarear as ruas
Sigo meu destino de voltar risonho
Pra sonhar de novo com as promessas tuas

Por fim a quietude do silêncio vivo
Amansa meu canto com sussurros roucos
Perfuma meu templo doce lenitivo
E a paixão explode em bordoneios loucos

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