Letra de Dos Picumãs da Memória - Cristiano Quevedo
Disco A
01
Caminhantes
02
Rio Grande Antigo
03
O Último Adeus De Quem Ganha O Céu
04
Brasileiro Puro-sangue
05
Alma Costeira
06
Pra Quem Deixa a Querência
07
Tapaboca
08
Dos Picumãs da Memória
09
Canto Aos Voluntários
10
Onde Meu Canto Tem Vida
11
Família Rural
12
Do Quarai ao Pontal
13
Missioneiro
14
Na Estância do Pirajú
Dos Picumãs da Memória
Quando o silêncio me toma, amordaçando as perguntas
Me sinto adormecido, qual as cancelas das juntas
Então descubro que o tempo,o mais velhos dos tropeiros
Arrucinou meu destino nestes fogões estradeiros.
Por tropas e ruculutas, onde gastei as lonjuras
No lombo da esperança, sovei carinho e ternura
Quando os sonhos e verdades moravam pelos galpões
E se ocultavam segredos no bojo dos corações.
Então me paro, a pensar, bombeando tempos e distâncias
Nem os morcegos ficaram nas taperas das estâncias
Sou corredor sem coruja e guarda sem tajãs
Sou noite sem pirilampos e fogões sem picumã...
Nessa paisagem terrunha que o hoje deixou pra trás
Mergulharam nas canhadas, carquejas e pajonais
Qual um ponteiro charrua, levando a história mais franca
Sou um centauro fronteiro, de barba e melena branca.
Então me paro, a pensar, bombeando tempos e distâncias
Nem os morcegos ficaram nas taperas das estâncias
Sou corredor sem coruja e guarda sem tajãs
Sou noite sem pirilampos e fogões sem picumã...
Me sinto adormecido, qual as cancelas das juntas
Então descubro que o tempo,o mais velhos dos tropeiros
Arrucinou meu destino nestes fogões estradeiros.
Por tropas e ruculutas, onde gastei as lonjuras
No lombo da esperança, sovei carinho e ternura
Quando os sonhos e verdades moravam pelos galpões
E se ocultavam segredos no bojo dos corações.
Então me paro, a pensar, bombeando tempos e distâncias
Nem os morcegos ficaram nas taperas das estâncias
Sou corredor sem coruja e guarda sem tajãs
Sou noite sem pirilampos e fogões sem picumã...
Nessa paisagem terrunha que o hoje deixou pra trás
Mergulharam nas canhadas, carquejas e pajonais
Qual um ponteiro charrua, levando a história mais franca
Sou um centauro fronteiro, de barba e melena branca.
Então me paro, a pensar, bombeando tempos e distâncias
Nem os morcegos ficaram nas taperas das estâncias
Sou corredor sem coruja e guarda sem tajãs
Sou noite sem pirilampos e fogões sem picumã...