Letra de Pra Quem Deixa a Querência - Cristiano Quevedo
Disco A
01
Caminhantes
02
Rio Grande Antigo
03
O Último Adeus De Quem Ganha O Céu
04
Brasileiro Puro-sangue
05
Alma Costeira
06
Pra Quem Deixa a Querência
07
Tapaboca
08
Dos Picumãs da Memória
09
Canto Aos Voluntários
10
Onde Meu Canto Tem Vida
11
Família Rural
12
Do Quarai ao Pontal
13
Missioneiro
14
Na Estância do Pirajú
Pra Quem Deixa a Querência
Todo o homem que deixa a querência
Leva na essência o calor do seu ninho,
É ave que parte em busca de um sonho
E desbrava seu mundo abrindo caminhos.
Talvez não sejam iguais esses que se vão,
Pois uns levam prazer outros revolta,
Feliz é aquele que ganha infinito
E a luz do ranchito é o caminho de volta.
Mas um dia uma dor nos chega indiferente,
E somente quem sentiu ou ainda sente
Tem o gosto amargo da estranha dor
É ave sem asa e vive sem casa
Quem perde um amor.
E por ser andarilho prossigo no trilho
Refazendo planos marcando meu rastro,
Quem sabe se a linda um dia
Me queira vou varar a porteira
E morrer nos seus braços,
Tudo que quero no pouco que peço
Pela boca dos versos de um simples poema
É um rancho plantado bem na cochilha
E ter os meus filhos com aquela morena.
{repete}
Mas um dia uma dor nos chega indiferente
E somente quem sentiu ou ainda sente
Tem um gosto amargo da estranha dor
É ave sem asa e vive sem casa quem perde um amor.
Leva na essência o calor do seu ninho,
É ave que parte em busca de um sonho
E desbrava seu mundo abrindo caminhos.
Talvez não sejam iguais esses que se vão,
Pois uns levam prazer outros revolta,
Feliz é aquele que ganha infinito
E a luz do ranchito é o caminho de volta.
Mas um dia uma dor nos chega indiferente,
E somente quem sentiu ou ainda sente
Tem o gosto amargo da estranha dor
É ave sem asa e vive sem casa
Quem perde um amor.
E por ser andarilho prossigo no trilho
Refazendo planos marcando meu rastro,
Quem sabe se a linda um dia
Me queira vou varar a porteira
E morrer nos seus braços,
Tudo que quero no pouco que peço
Pela boca dos versos de um simples poema
É um rancho plantado bem na cochilha
E ter os meus filhos com aquela morena.
{repete}
Mas um dia uma dor nos chega indiferente
E somente quem sentiu ou ainda sente
Tem um gosto amargo da estranha dor
É ave sem asa e vive sem casa quem perde um amor.