Letra de O Último Adeus De Quem Ganha O Céu - Cristiano Quevedo
Disco A
01
Caminhantes
02
Rio Grande Antigo
03
O Último Adeus De Quem Ganha O Céu
04
Brasileiro Puro-sangue
05
Alma Costeira
06
Pra Quem Deixa a Querência
07
Tapaboca
08
Dos Picumãs da Memória
09
Canto Aos Voluntários
10
Onde Meu Canto Tem Vida
11
Família Rural
12
Do Quarai ao Pontal
13
Missioneiro
14
Na Estância do Pirajú
O Último Adeus De Quem Ganha O Céu
Gastei meus dias pelas invernadas
Passou a vida sem eu me dar por conta
Restou-me o rumo da última estrada
Que me leva aonde o cruzeiro aponta
Sonhei um rancho com a morena
Na lida bruta de arrocinar potros
Porém a sina inverteu caminhos
E hoje os rumos que tenho são outros
Então não levem por esses novembros
Flores e adornos a uma cruz de campo
Pois quero ser na constelação
Essas estrelas que remendam cantos
Aceitarei preces em noites escuras
Que hão de vir quando chegar meu fim
Porém somente me encontrarão
Os que viajarem para o sul de mim
Trago de alento essa esperança
Pra quando a morte me por o sovéu
De ir pra junto das cinco estrelas
E o que merecer vai me ver no céu
E saberás que uma é o meu coração
A outra contará o que aconteceu
A que mais brilha é a minha bela
As duas tristes são os olhos meus
Passou a vida sem eu me dar por conta
Restou-me o rumo da última estrada
Que me leva aonde o cruzeiro aponta
Sonhei um rancho com a morena
Na lida bruta de arrocinar potros
Porém a sina inverteu caminhos
E hoje os rumos que tenho são outros
Então não levem por esses novembros
Flores e adornos a uma cruz de campo
Pois quero ser na constelação
Essas estrelas que remendam cantos
Aceitarei preces em noites escuras
Que hão de vir quando chegar meu fim
Porém somente me encontrarão
Os que viajarem para o sul de mim
Trago de alento essa esperança
Pra quando a morte me por o sovéu
De ir pra junto das cinco estrelas
E o que merecer vai me ver no céu
E saberás que uma é o meu coração
A outra contará o que aconteceu
A que mais brilha é a minha bela
As duas tristes são os olhos meus