Letra de Pra Mostrar Nosso Afronte - Joca Martins
Disco A
01
Aos Olhos do Amanhecer
02
Pra Mostrar Nosso Afronte
03
Chamarra do pé Esquerdo
04
Sobre o Homem que Vinha Num Mouro
05
A Don Oscar Urruty
06
Num Fundo Da Pampa Grande
07
Do Meu Mate Hoje Cedo
08
De Bolichos e Razões
09
Dos Olhos De Quem Me Faria Feliz
10
Quando O Cantar Dos Galos Perdeu A Importância
11
De Quando Um Centauro Renasceu
12
Nesta Hora
13
Milonga De Coisas E Vida
14
Teus Olhos
15
De Ilha e de Rio
16
Um Causo Pra O Que Pretende Partir
Pra Mostrar Nosso Afronte
Ainda transita em nosso sangue
O que sustentou fronteiras
Daí a vocação guerreira
E esta coragem de nascimento
Ainda sombra governantes
Esta latente insurgência
Que vem de quando a querência
Se armou e se fez pátria
Este apego a liberdade
Que não veio por regalo
Digam os homens e os cavalos
Que a história nos exigiu
Ainda há ferro na palavra
Que não refuga por nada
Aqui a palavra empenhada
Traz o aval dos avós
Por isso falquejei este canto
Que fala de hoje e ontonte
E pra mostrar nosso afronte
É que tapiei bem o chapéu
{repete}
Por termos esta pujança
Para o trabalho somos quebra
E a rigidêz das cercas de pedra
Vermelha nossos músculos
São coisas que a mãe terra gravou
Nas primeiras gerações
E nem o tempo que traz mutações
Pode alterar nossa essência
As almas aqui do sul
Carregam o barro da formação
Daí trancarmos o garrão
E sustentar a identidade
{repete}
Porisso falquejei este canto
Que fala de hoje e ontonte
E pra mostrar nosso afronte
É que tapiei bem o chapéu
{repete}
E pra mostrar nosso afronte
É que tapiei bem o chapéu
O que sustentou fronteiras
Daí a vocação guerreira
E esta coragem de nascimento
Ainda sombra governantes
Esta latente insurgência
Que vem de quando a querência
Se armou e se fez pátria
Este apego a liberdade
Que não veio por regalo
Digam os homens e os cavalos
Que a história nos exigiu
Ainda há ferro na palavra
Que não refuga por nada
Aqui a palavra empenhada
Traz o aval dos avós
Por isso falquejei este canto
Que fala de hoje e ontonte
E pra mostrar nosso afronte
É que tapiei bem o chapéu
{repete}
Por termos esta pujança
Para o trabalho somos quebra
E a rigidêz das cercas de pedra
Vermelha nossos músculos
São coisas que a mãe terra gravou
Nas primeiras gerações
E nem o tempo que traz mutações
Pode alterar nossa essência
As almas aqui do sul
Carregam o barro da formação
Daí trancarmos o garrão
E sustentar a identidade
{repete}
Porisso falquejei este canto
Que fala de hoje e ontonte
E pra mostrar nosso afronte
É que tapiei bem o chapéu
{repete}
E pra mostrar nosso afronte
É que tapiei bem o chapéu