Letra de Da Alma Branca dos que têm Saudade - Joca Martins
Disco A
01
Dos Ancestrais Até Aqui
02
Alma Nativa
03
Motivos de Campo
04
Extraviado
05
Minha Mania
06
Quando o Céu Abre Porteiras
07
No Interior dos Galpões
08
De Cantar em Versos
09
Da Alma Branca dos que têm Saudade
10
Só Resta o Retrato
11
Km 11
12
Tua Paz
13
Cuando Mi Linda Partió
14
Pela Lágrima
Da Alma Branca dos que têm Saudade
Da alma branca dos que tem saudade brotam luzeiros pra clarear o dia
E na madrugada junto a um fogo grande repontam a querência que estava vazia
E se repetem por saberem o rumo que a vida toma por andar vadia
Nem mesmo o tempo por ter contratempos reconhece o sonho entre os temporais
Que a alma inventa cada vez que a gente se perde de um jeito de não se achar mais
E se desespera por saber que a espera pode ser pequena ou não findar jamais
(Cada vez que a alma por não ter morada acha novo ninho pra pousar as asas
Uma outra alma oferece abrigo que a gente às vezes o transforma em casa
E quando então uma saudade fica junto a um fogo grande pra soprar as brasas
E quando então uma saudade fica junto a um fogo grande pra soprar as brasas)
E a gente chora de chover por dentro por mais que essa dor nos siga as pegadas
Nem mesmo que a chuva com suas nuvens negras apague seus rastros que marcaram a estrada
Daí então meu rumo possa ter destino de vencer distâncias e topar paradas
E da alma branca dos que tem saudade o que a gente então pode perceber
Que a luz dos olhos pode ser o brilho que vamos tentando em vão esconder
Pois quem tem os olhos de olhar por dentro reconhece a alma por saber querer
E na madrugada junto a um fogo grande repontam a querência que estava vazia
E se repetem por saberem o rumo que a vida toma por andar vadia
Nem mesmo o tempo por ter contratempos reconhece o sonho entre os temporais
Que a alma inventa cada vez que a gente se perde de um jeito de não se achar mais
E se desespera por saber que a espera pode ser pequena ou não findar jamais
(Cada vez que a alma por não ter morada acha novo ninho pra pousar as asas
Uma outra alma oferece abrigo que a gente às vezes o transforma em casa
E quando então uma saudade fica junto a um fogo grande pra soprar as brasas
E quando então uma saudade fica junto a um fogo grande pra soprar as brasas)
E a gente chora de chover por dentro por mais que essa dor nos siga as pegadas
Nem mesmo que a chuva com suas nuvens negras apague seus rastros que marcaram a estrada
Daí então meu rumo possa ter destino de vencer distâncias e topar paradas
E da alma branca dos que tem saudade o que a gente então pode perceber
Que a luz dos olhos pode ser o brilho que vamos tentando em vão esconder
Pois quem tem os olhos de olhar por dentro reconhece a alma por saber querer