Letra de Alma Nativa - Joca Martins
Disco A
01
Dos Ancestrais Até Aqui
02
Alma Nativa
03
Motivos de Campo
04
Extraviado
05
Minha Mania
06
Quando o Céu Abre Porteiras
07
No Interior dos Galpões
08
De Cantar em Versos
09
Da Alma Branca dos que têm Saudade
10
Só Resta o Retrato
11
Km 11
12
Tua Paz
13
Cuando Mi Linda Partió
14
Pela Lágrima
Alma Nativa
Alma nativa que me "gusta" e sei que tenho
Pois de onde venho se cevava o mate cedo
Trago a coragem das estradas por diante
E algum rompante pra enfrentar meus medos
Trago nas mãos o que a guitarra sempre gosta
E uma resposta no meu canto de fronteira
Quem aprendeu o que a vida tem de bom
Segue seu dom de cantador a vida inteira
O meu destino quem traçou não sei quem foi
Berro de boi, tranco de pingo foi moldado
Sou campo largo porque a vida quis assim
E sou por mim voz e silêncio lado a lado
Tenho a palavra pra entregar na hora certa
Porteira aberta pra quem segue a mesma estrada
E se me calam um silêncio na garganta
É alguém que canta sem a alma dizer nada
Minha alma sabe se mostrar à sua maneira
Se entrega inteira pras vontades que ela tem
Mansa pros versos qual figueira de tapera
Garras de fera quando melhor lhe convém
Sou céu e terra conforme minha saudade
E uma verdade pra cantar por onde ande
Sou mais um desses que o campo por lembrança
Deixou de herança esta alma de Rio Grande.
Pois de onde venho se cevava o mate cedo
Trago a coragem das estradas por diante
E algum rompante pra enfrentar meus medos
Trago nas mãos o que a guitarra sempre gosta
E uma resposta no meu canto de fronteira
Quem aprendeu o que a vida tem de bom
Segue seu dom de cantador a vida inteira
O meu destino quem traçou não sei quem foi
Berro de boi, tranco de pingo foi moldado
Sou campo largo porque a vida quis assim
E sou por mim voz e silêncio lado a lado
Tenho a palavra pra entregar na hora certa
Porteira aberta pra quem segue a mesma estrada
E se me calam um silêncio na garganta
É alguém que canta sem a alma dizer nada
Minha alma sabe se mostrar à sua maneira
Se entrega inteira pras vontades que ela tem
Mansa pros versos qual figueira de tapera
Garras de fera quando melhor lhe convém
Sou céu e terra conforme minha saudade
E uma verdade pra cantar por onde ande
Sou mais um desses que o campo por lembrança
Deixou de herança esta alma de Rio Grande.