Letra de Quando o Céu Abre Porteiras - Joca Martins
Disco A
01
Dos Ancestrais Até Aqui
02
Alma Nativa
03
Motivos de Campo
04
Extraviado
05
Minha Mania
06
Quando o Céu Abre Porteiras
07
No Interior dos Galpões
08
De Cantar em Versos
09
Da Alma Branca dos que têm Saudade
10
Só Resta o Retrato
11
Km 11
12
Tua Paz
13
Cuando Mi Linda Partió
14
Pela Lágrima
Quando o Céu Abre Porteiras
Na escuridão a andejar saudades
Busco o horizonte a se perder no olhar
Sorvo distâncias no sabor da estrada
Passando a noite que me vê passar
Alma legüera silenciando a noite
Na imensidão a desenhar fronteiras
É a madrugada que vem se chegando
Aonde o céu vem me abrir porteiras
Quando o céu abre porteiras
E o silêncio encilha as horas
A noite figura estrelas
Na roseta das esporas
Este silêncio de amansar saudades
De olhos negros de invejar estrelas
Longe da prenda eu sou só estrada
E invento atalhos pra poder revê-las
E nas rosetas do meu par de esporas
Refletem estrelas que descem do céu
Riscam o pêlo do meu baio ruano
Depois se escodem sobre a copa do chapéu.
Busco o horizonte a se perder no olhar
Sorvo distâncias no sabor da estrada
Passando a noite que me vê passar
Alma legüera silenciando a noite
Na imensidão a desenhar fronteiras
É a madrugada que vem se chegando
Aonde o céu vem me abrir porteiras
Quando o céu abre porteiras
E o silêncio encilha as horas
A noite figura estrelas
Na roseta das esporas
Este silêncio de amansar saudades
De olhos negros de invejar estrelas
Longe da prenda eu sou só estrada
E invento atalhos pra poder revê-las
E nas rosetas do meu par de esporas
Refletem estrelas que descem do céu
Riscam o pêlo do meu baio ruano
Depois se escodem sobre a copa do chapéu.