Letra de Domado a Pau - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Bagual e Meio
02
Tando Mais o Meno Tá Louco de Bom
03
O Guasca e a Roqueira
04
Tasca de Vila
05
Domado a Pau
06
A Nega Marculina
07
Corpo Esgualepado
08
Gaudério Boa Vida
09
De Pura Cepa
10
Jeito Missioneiro
11
Lamento de Cantador
12
Amor de Atravessado
13
Estância Ferradura
14
Procurando Sarna
15
João Campeiro e a Maria
16
Peão Mimoso
Domado a Pau
Aperta chico e agarra tito porque o ventena é bem corcoveador
O tafonero vai só pra um lado deixando o tonco amadrinhador
Tordilho mocho cornilho roxo na massaroca tem carrapicho
Vou dar-lhe laço de sartá pedaço deixá que pengue e atole o rabicho
E a maricota muito devota vai na capela e acende umas vela
E a tia pituxa metida à bruxa atou o diabo na saia dela
E a sofia faz simpatia levanta o vestido e mija no chão
No avental um nó bem atado pra eu ficar grudado neste garanhão
Sortaro o guaxo e eu juntei nos garfo lancei de apacho virando barroca
Sentei na nuca o cabo do mango já dexei peidando ali na massaroca
Abri a perna e fui saído fora só que das espora perdi as roseta
Oiei pra o bucho tava uma cravada e otra grudada no mol da paleta
Amontei de novo no mocho bandido que levantou tonto e ainda meio mamao
Saiu se espichando troteando incuído, mas ficou domado abaixo de pau
Lá no meu pago não tem de mimoso se o bicho é bardoso nóis demo cagaço
Bagual quixa o lombo puxemo pra fora risquemo de espora e caguemo de laço
(o boca funda chegava ir gemendo e eu em pandaréco em riba do macho
O malacabeça pra me dar algum tombo, só despos que o lombo emborque pra baixo)
O tafonero vai só pra um lado deixando o tonco amadrinhador
Tordilho mocho cornilho roxo na massaroca tem carrapicho
Vou dar-lhe laço de sartá pedaço deixá que pengue e atole o rabicho
E a maricota muito devota vai na capela e acende umas vela
E a tia pituxa metida à bruxa atou o diabo na saia dela
E a sofia faz simpatia levanta o vestido e mija no chão
No avental um nó bem atado pra eu ficar grudado neste garanhão
Sortaro o guaxo e eu juntei nos garfo lancei de apacho virando barroca
Sentei na nuca o cabo do mango já dexei peidando ali na massaroca
Abri a perna e fui saído fora só que das espora perdi as roseta
Oiei pra o bucho tava uma cravada e otra grudada no mol da paleta
Amontei de novo no mocho bandido que levantou tonto e ainda meio mamao
Saiu se espichando troteando incuído, mas ficou domado abaixo de pau
Lá no meu pago não tem de mimoso se o bicho é bardoso nóis demo cagaço
Bagual quixa o lombo puxemo pra fora risquemo de espora e caguemo de laço
(o boca funda chegava ir gemendo e eu em pandaréco em riba do macho
O malacabeça pra me dar algum tombo, só despos que o lombo emborque pra baixo)