Letra de Tasca de Vila - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Bagual e Meio
02
Tando Mais o Meno Tá Louco de Bom
03
O Guasca e a Roqueira
04
Tasca de Vila
05
Domado a Pau
06
A Nega Marculina
07
Corpo Esgualepado
08
Gaudério Boa Vida
09
De Pura Cepa
10
Jeito Missioneiro
11
Lamento de Cantador
12
Amor de Atravessado
13
Estância Ferradura
14
Procurando Sarna
15
João Campeiro e a Maria
16
Peão Mimoso
Tasca de Vila
Lá na campanha onde eu vivo tá bem bão de morá lá
Tem um povoado pertinho que é pra gente retoçá
Chegou u'a muié do povo e ergueu um rancho na esquina
Com mais oito franga nova pra um rebuliço de china
E o treis bola tonotua tipo atoa e bem imundo
Borrachão e revolvero, gigolô e vagabundo
Dava laço no chinedo, pregava uns tiro nos fundo
E gritava pro gaitero que não parasse um segundo
( baile véio formado mesmo que camoatim de rancho, não é tio nanato?)
Ali pela meia noite, cantei tudo que eu sabia
Saltei tudo as minha douchura e o praguedo não dormia
Chamei a dona da casa pra acomodar os vivente
Pra contentá esse chinedo não tem saco que agüente
Despos que as tchanga se esquentam não é fácil apagá o facho
Pula grita se arrebenta senta no colo dos macho
Sò com uns barbante nas anca e vão alumiando os capricho
Num chaquaio de pelanca só de peitera e rabicho
(tem um letreiro na porta pra atrair quem passar:
"aqui se bebe e se come e também dá pra pousar"
Bombeei pra dentro, só florão de tropa, é aqui que eu quero ficá)
Um tendel de china e gaita, pois nem o diabo assegura
Deixe que estufe os vazio e estoure fele e fossura
Pego a relampiá fundilho levando os macho à loucura
E as mais feia se oferece por maços de rapadura
Uma gringa pinga-fogo que se botô fora cedo
Se agradou desse animal por ali deu-se o enredo
Tapei a china de jóia cum anel em cada dedo
E a tipa metia inveja no resto do chinaredo
(fomo porçando os carcanhá e o estrago foi que nem porco em batatal)
Tem um povoado pertinho que é pra gente retoçá
Chegou u'a muié do povo e ergueu um rancho na esquina
Com mais oito franga nova pra um rebuliço de china
E o treis bola tonotua tipo atoa e bem imundo
Borrachão e revolvero, gigolô e vagabundo
Dava laço no chinedo, pregava uns tiro nos fundo
E gritava pro gaitero que não parasse um segundo
( baile véio formado mesmo que camoatim de rancho, não é tio nanato?)
Ali pela meia noite, cantei tudo que eu sabia
Saltei tudo as minha douchura e o praguedo não dormia
Chamei a dona da casa pra acomodar os vivente
Pra contentá esse chinedo não tem saco que agüente
Despos que as tchanga se esquentam não é fácil apagá o facho
Pula grita se arrebenta senta no colo dos macho
Sò com uns barbante nas anca e vão alumiando os capricho
Num chaquaio de pelanca só de peitera e rabicho
(tem um letreiro na porta pra atrair quem passar:
"aqui se bebe e se come e também dá pra pousar"
Bombeei pra dentro, só florão de tropa, é aqui que eu quero ficá)
Um tendel de china e gaita, pois nem o diabo assegura
Deixe que estufe os vazio e estoure fele e fossura
Pego a relampiá fundilho levando os macho à loucura
E as mais feia se oferece por maços de rapadura
Uma gringa pinga-fogo que se botô fora cedo
Se agradou desse animal por ali deu-se o enredo
Tapei a china de jóia cum anel em cada dedo
E a tipa metia inveja no resto do chinaredo
(fomo porçando os carcanhá e o estrago foi que nem porco em batatal)