Letra de Com ciscos nos Olhos - Part. Esp. Eduardo Varella e Daniel Zanotelli - Mauro Moraes
Disco A
01
Milongueando uns Troços / Feito o Carreto
02
Quieto no Meu Canto/ Milonga de Compadre
03
No Osso do Peito
04
Lástima - Part. Esp. Marcello Caminha
05
Fulanos e Sicranos/ A Boa Vista do Peão de Tropa
06
A Troca de Nada / Cuia e Cambona
07
Na Ponta dos Dedos - Part. Esp. Rodrigo Madrid
08
Batendo Casco
09
Chamamecero
10
Canção do Verde - part. esp. Joca Martins
11
Atando o Cavalo
12
Em Cima do Laço
13
Com ciscos nos Olhos - Part. Esp. Eduardo Varella e Daniel Zanotelli
14
Milonga pra Loco - Part. Esp. Eduardo Varella e Daniel Zanotelli
15
Com o Violão na Garupa / Interioranos
16
Chora Gaita Véia / Abrindo Cancha
17
Cabanha Touro Passo - Part. Esp. César Oliveira e Rogério Melo
18
Milonga Abaixo de Mau Tempo - Part. Esp. César Oliveira e Rogério melo
Com ciscos nos Olhos - Part. Esp. Eduardo Varella e Daniel Zanotelli
"meu radinho de pilha toca de tudo,
Tudo que eu acho bom!
A lembrança de amigos nos discos, o pago enfim,tudo o
Que me faz feliz...
Ele é o culpado de todo esse amor,
Ele é o silêncio, meu convidado
É o estado de todas as coisas
Que a alma aquece guardado!
Não sei como um coração,pleno em felicidade
Possa ás vezes tornar-se, um poço de tristeza
Quando escuto as notícias da minha saudade
E o violão desafina, a corda arrebenta!
Apesar dos pesares,
O que mais me machuca
É a distância de dentro que a gente retruca
É o pecado de haver endurecido o carinho,
Milongueando sozinho com o mate lavado!
É ficar em si mesmo proseando à toa,
Com a manada nos olhos da sua pessoa,
É não ter vergonha de chorar,
Quando se está feliz...
Com a alegria dos outros voltando pra si!
Tudo que eu acho bom!
A lembrança de amigos nos discos, o pago enfim,tudo o
Que me faz feliz...
Ele é o culpado de todo esse amor,
Ele é o silêncio, meu convidado
É o estado de todas as coisas
Que a alma aquece guardado!
Não sei como um coração,pleno em felicidade
Possa ás vezes tornar-se, um poço de tristeza
Quando escuto as notícias da minha saudade
E o violão desafina, a corda arrebenta!
Apesar dos pesares,
O que mais me machuca
É a distância de dentro que a gente retruca
É o pecado de haver endurecido o carinho,
Milongueando sozinho com o mate lavado!
É ficar em si mesmo proseando à toa,
Com a manada nos olhos da sua pessoa,
É não ter vergonha de chorar,
Quando se está feliz...
Com a alegria dos outros voltando pra si!