Letra de Na Ponta dos Dedos - Part. Esp. Rodrigo Madrid - Mauro Moraes
Disco A
01
Milongueando uns Troços / Feito o Carreto
02
Quieto no Meu Canto/ Milonga de Compadre
03
No Osso do Peito
04
Lástima - Part. Esp. Marcello Caminha
05
Fulanos e Sicranos/ A Boa Vista do Peão de Tropa
06
A Troca de Nada / Cuia e Cambona
07
Na Ponta dos Dedos - Part. Esp. Rodrigo Madrid
08
Batendo Casco
09
Chamamecero
10
Canção do Verde - part. esp. Joca Martins
11
Atando o Cavalo
12
Em Cima do Laço
13
Com ciscos nos Olhos - Part. Esp. Eduardo Varella e Daniel Zanotelli
14
Milonga pra Loco - Part. Esp. Eduardo Varella e Daniel Zanotelli
15
Com o Violão na Garupa / Interioranos
16
Chora Gaita Véia / Abrindo Cancha
17
Cabanha Touro Passo - Part. Esp. César Oliveira e Rogério Melo
18
Milonga Abaixo de Mau Tempo - Part. Esp. César Oliveira e Rogério melo
Na Ponta dos Dedos - Part. Esp. Rodrigo Madrid
Repentinamente a dor me pealou,
Me molestou os olhos.
Apressadamente o violão se amigou,
Foi me pedindo colo.
Cantador de vida brejeira
Não canta besteira nem charla em vão,
Manuseia os aperos da fala
E espera a volteada alçar de função.
Cautelosamente o mal me embretou,
Me desalmando o chasque.
Tinha umedecido as léguas do grão,
Lavando a cor do mate.
Cancioneiro de prosa caseira,
Não culpa as ovelhas dos males que tem,
Faz seus versos rodeado de amigos
E educa os ouvidos no canto de alguém.
(Ai, violão "veiaco",
Eu quase me mato te amando, parceiro,
Faz de conta que nesta milonga
A vida se alonga na ponta dos dedos.) Bis
Prazeirosamente o vento amansou,
Foi me sovando as botas,
Veio me tenteando o lenço e o chapéu
E uns "troço" que se gosta.
Quisera ter podido dormir a cavalo
E fazer-me esquecer,
Silencioso com a minha silhueta,
Rondando as fronteiras do meu bem-querer...
Me molestou os olhos.
Apressadamente o violão se amigou,
Foi me pedindo colo.
Cantador de vida brejeira
Não canta besteira nem charla em vão,
Manuseia os aperos da fala
E espera a volteada alçar de função.
Cautelosamente o mal me embretou,
Me desalmando o chasque.
Tinha umedecido as léguas do grão,
Lavando a cor do mate.
Cancioneiro de prosa caseira,
Não culpa as ovelhas dos males que tem,
Faz seus versos rodeado de amigos
E educa os ouvidos no canto de alguém.
(Ai, violão "veiaco",
Eu quase me mato te amando, parceiro,
Faz de conta que nesta milonga
A vida se alonga na ponta dos dedos.) Bis
Prazeirosamente o vento amansou,
Foi me sovando as botas,
Veio me tenteando o lenço e o chapéu
E uns "troço" que se gosta.
Quisera ter podido dormir a cavalo
E fazer-me esquecer,
Silencioso com a minha silhueta,
Rondando as fronteiras do meu bem-querer...