Letra de Canção do Verde - part. esp. Joca Martins - Mauro Moraes
Disco A
01
Milongueando uns Troços / Feito o Carreto
02
Quieto no Meu Canto/ Milonga de Compadre
03
No Osso do Peito
04
Lástima - Part. Esp. Marcello Caminha
05
Fulanos e Sicranos/ A Boa Vista do Peão de Tropa
06
A Troca de Nada / Cuia e Cambona
07
Na Ponta dos Dedos - Part. Esp. Rodrigo Madrid
08
Batendo Casco
09
Chamamecero
10
Canção do Verde - part. esp. Joca Martins
11
Atando o Cavalo
12
Em Cima do Laço
13
Com ciscos nos Olhos - Part. Esp. Eduardo Varella e Daniel Zanotelli
14
Milonga pra Loco - Part. Esp. Eduardo Varella e Daniel Zanotelli
15
Com o Violão na Garupa / Interioranos
16
Chora Gaita Véia / Abrindo Cancha
17
Cabanha Touro Passo - Part. Esp. César Oliveira e Rogério Melo
18
Milonga Abaixo de Mau Tempo - Part. Esp. César Oliveira e Rogério melo
Canção do Verde - part. esp. Joca Martins
O meu cavalo sabe aonde é a luta
Sabe escolher o verde que desfruta
Nesta colheita amarelida destas limitações
O meu rebento é quem abriga o gado
Campo dobrado onde meu sul galopa
Buscando a vida quitandeira das alucinações!
Nas fronteiras nuas do arvoredo mutilado
Sempre fica alguma pra chorar do outro lado
Pede por quem perde lá na mata, lá na várzea, por aí
Faz com que a procura da textura da madeira
Desabrigue aos poucos o descanso das ovelhas
Força de quem some lá na mata, lá na várzea, por aí
O meu destino não conhece rédeas
Não faz de conta, nem tem sete léguas
Ele é amigo mais antigo, vizinho ao que faz mal
Meu desafio teme o sombrio das folhas
É o que rebanha o fardo sem escolha
Onde despéta-la indefesa a cor da flor integral!
Sabe escolher o verde que desfruta
Nesta colheita amarelida destas limitações
O meu rebento é quem abriga o gado
Campo dobrado onde meu sul galopa
Buscando a vida quitandeira das alucinações!
Nas fronteiras nuas do arvoredo mutilado
Sempre fica alguma pra chorar do outro lado
Pede por quem perde lá na mata, lá na várzea, por aí
Faz com que a procura da textura da madeira
Desabrigue aos poucos o descanso das ovelhas
Força de quem some lá na mata, lá na várzea, por aí
O meu destino não conhece rédeas
Não faz de conta, nem tem sete léguas
Ele é amigo mais antigo, vizinho ao que faz mal
Meu desafio teme o sombrio das folhas
É o que rebanha o fardo sem escolha
Onde despéta-la indefesa a cor da flor integral!