Letra de Lamento Campesino - Fabrício Luíz
Fabrício Luíz
CD A Canha 2018
Disco A
01
Campo a Fora
02
Chama Crioula
03
Criado em Galpão
04
A Canha
05
Fandango de Chão Batido
06
Matança / Forma Cavalo
07
Entrando de Carancho
08
Meu Viver Campesino
09
Assim Começa o Dia
10
Lamento Campesino
11
Linda Terra Sulina
12
Fandango na Fronteira
13
Antônio Farrapo
14
De Quem Nasceu Para os Cavalos
Lamento Campesino
( Álvaro Neves )
Se o meu sono não vem a tempo nessas madrugadas
E até a alvorada fico na varanda olhando
Ao longe a imensidão do campo em infinitude
E aqui dentro rude esta dor que vai matando
Se ao menos as lembranças não viessem com o vento
Que zomba agourento pelas frestas do ranchinho
A mesma melodia desde o dia que partistes
Deixando só e triste o meu coração sozinho
E onde estará ? Em que campo em que querência ?
Talvez com a mesma ardência da paixão que nos consumiu
Porém se assim fosse estarias ao meu lado
Sorvendo o mesmo amargo que um dia nos uniu
E a triste melodia que o vento assovia
Por vezes se confunde aos acordes da guitarra
Que tal qual o teu corpo eu afago com os meus dedos
E deitada em meu colo por vezes em mim se agarra
E esse som campesino que é um lamento encimesmado
É o jeito machucado que encontrei para as minhas penas
Meu canto como um vulto, então liberto vagueia
Como um potro ferido por entre as açucenas
Se o meu sono não vem a tempo nessas madrugadas
E até a alvorada fico na varanda olhando
Ao longe a imensidão do campo em infinitude
E aqui dentro rude esta dor que vai matando
Se ao menos as lembranças não viessem com o vento
Que zomba agourento pelas frestas do ranchinho
A mesma melodia desde o dia que partistes
Deixando só e triste o meu coração sozinho
E onde estará ? Em que campo em que querência ?
Talvez com a mesma ardência da paixão que nos consumiu
Porém se assim fosse estarias ao meu lado
Sorvendo o mesmo amargo que um dia nos uniu
E a triste melodia que o vento assovia
Por vezes se confunde aos acordes da guitarra
Que tal qual o teu corpo eu afago com os meus dedos
E deitada em meu colo por vezes em mim se agarra
E esse som campesino que é um lamento encimesmado
É o jeito machucado que encontrei para as minhas penas
Meu canto como um vulto, então liberto vagueia
Como um potro ferido por entre as açucenas