Letra de A Saudade e o Mate - Eliandro Luz
Disco A
01
Dom de Gaiteiro
02
O Que Mais Posso Querer
03
Um Bugio pra São Chico
04
Lá no Rancho do Gaudêncio
05
O Amor de Elaine
06
O Mate de um Novo Dia
07
Vaneira Redomona
08
Saudade que Tenho em Mim
09
Taureando Minha Existência
10
O Mate e a Vida
11
As Marcas da Paixão
12
Um Chamamé pra Sorriso e Sinop
13
Mateador Madrugadeiro
14
Meio Gente, Meio Bugio
15
A Saudade e o Mate
16
No Primeiro Passo
17
A Dom Oscarzinho
A Saudade e o Mate
(Eliandro Luz – Dionísio Costa)
A cuia roncou, o meu mate lavou, o dia clareou e eu ainda a pensar
Eu me condiciono às leis do abandono e mesmo sem sono, insisto em sonhar
Sorvendo a incerteza, me falta clareza pra ter a certeza de quem hoje sou
Estou resumido num ser mal dormido que um sonho perdido, enfim derrubou
E junto ao braseiro, o mate é parceiro, de um sonho matreiro que nunca me larga
Porém a verdade da realidade, é que esta saudade é bem mais amarga
Aquela que um dia, me deu alegria, jurava e dizia ser meu bem querer
Assim, de repente, mudou bruscamente, se fazendo ausente deste meu viver
Foi sem despedida, talvez iludida, pra ter outra vida, distante de mim
E o mate tem gosto, de amargo desgosto, que mostro no rosto nas noites sem fim
A cuia roncou, o meu mate lavou, o dia clareou e eu ainda a pensar
Eu me condiciono às leis do abandono e mesmo sem sono, insisto em sonhar
Sorvendo a incerteza, me falta clareza pra ter a certeza de quem hoje sou
Estou resumido num ser mal dormido que um sonho perdido, enfim derrubou
E junto ao braseiro, o mate é parceiro, de um sonho matreiro que nunca me larga
Porém a verdade da realidade, é que esta saudade é bem mais amarga
Aquela que um dia, me deu alegria, jurava e dizia ser meu bem querer
Assim, de repente, mudou bruscamente, se fazendo ausente deste meu viver
Foi sem despedida, talvez iludida, pra ter outra vida, distante de mim
E o mate tem gosto, de amargo desgosto, que mostro no rosto nas noites sem fim