Letra de Taureando Minha Existência - Eliandro Luz
Disco A
01
Dom de Gaiteiro
02
O Que Mais Posso Querer
03
Um Bugio pra São Chico
04
Lá no Rancho do Gaudêncio
05
O Amor de Elaine
06
O Mate de um Novo Dia
07
Vaneira Redomona
08
Saudade que Tenho em Mim
09
Taureando Minha Existência
10
O Mate e a Vida
11
As Marcas da Paixão
12
Um Chamamé pra Sorriso e Sinop
13
Mateador Madrugadeiro
14
Meio Gente, Meio Bugio
15
A Saudade e o Mate
16
No Primeiro Passo
17
A Dom Oscarzinho
Taureando Minha Existência
Sou taura desse rio grande crioulo da pampa guaxa
Minha figura se expande de chapéu bota e bombacha
Minha pátria é o chão sulino onde me fiz domador
Gineteio o meu destino num potro corcoveador
Sou do rio grande campeiro o sul é minha querência
Sigo firme nos arreios taureando a minha existência
Nas campereadas da vida o meu chão eu não renego
Sou da formação antiga sou gaúcho e não me entrego
Fui brotado neste chão que nem macega e capim
E o interior do galpão é um palacete pra mim
Sou parte da natureza não mudo a estampa jamais
Nem dou cancha pra tristeza que a vida é buena de mais
Vivo a vida enforquilhado botando potros no freio
Pois gosto de ver o mundo de cima dos meus arreios
Me cobiça os mal domados que se entonam pra enfrenar
Pois quanto mais rebelado mais me gusta de montar
No retoço da mangueira quando aparto a cavalhada
Me agrada égua coiceira que vai pra encilha maneada
Com destreza ajeito os ‘caco’ no lombo dessas malinas
E largo batendo casco honrando a pampa sulina
Minha figura se expande de chapéu bota e bombacha
Minha pátria é o chão sulino onde me fiz domador
Gineteio o meu destino num potro corcoveador
Sou do rio grande campeiro o sul é minha querência
Sigo firme nos arreios taureando a minha existência
Nas campereadas da vida o meu chão eu não renego
Sou da formação antiga sou gaúcho e não me entrego
Fui brotado neste chão que nem macega e capim
E o interior do galpão é um palacete pra mim
Sou parte da natureza não mudo a estampa jamais
Nem dou cancha pra tristeza que a vida é buena de mais
Vivo a vida enforquilhado botando potros no freio
Pois gosto de ver o mundo de cima dos meus arreios
Me cobiça os mal domados que se entonam pra enfrenar
Pois quanto mais rebelado mais me gusta de montar
No retoço da mangueira quando aparto a cavalhada
Me agrada égua coiceira que vai pra encilha maneada
Com destreza ajeito os ‘caco’ no lombo dessas malinas
E largo batendo casco honrando a pampa sulina