Letra de De Gaita e Cantoria - Everson Canhoto
Disco A
01
Nas Munhecas do Canhoto - Part. Rosenildo de Paula
02
Cordeona Monarca, A Rainha dos Fandangos - Part. Marcio Correia
03
Bombachudo
04
De Gaita e Cantoria
05
Gaúcha Pátria - Part. André Lucena
06
No Lombo de um Potro - Part. Paulo Fogaça
07
Nos Pagos do Sul
08
Galpão da Saudade - Part. Edson Dutra
09
Química do Amor - Part. Marlon Moraes
10
Apenas Bugio
11
Seiva e Raiz - Part. Jeferson Braz "Madruga"
12
Retoçando com a Cordeona
13
Quem Sou Eu
De Gaita e Cantoria
Nasci gaúcho e entendo de toda lida
Vida curtida na espora e no mangaço
O meu braço tem a força e o
Talento e me sustento na garganta e no gaitaço
O som da gaita vai transmitindo
Emoção e este chão gosto muito de cantar
Quando canto todo mundo vai pra
Sala e a gauchada vira a noite a bailar
Desde moço vivo de gaita e cantoria
A cada dia encontrando gente amiga
Não ah quem diga que não goste de vaneira
E desta maneira eu sigo levando a vida
Me agrada muito ver o povo
Reunido é divertido o fandango no galpão
Num trago de canha vou domando
O cansaço com minha cordeona eu
Cultivo a tradição
Tenho no peito meu coração
Fandangueiro o pago inteiro
Reconhece o meu valor
Com maestria vou floreando a
Cordeona que ate emociona esse gaiteiro cantor
É no fandango que lembro da
Minha querência
Tomo tenência em cada coisa que aprendi
Sigo a vida mas a saudade é
Constante pois to distante do
Torrão onde nasci
Me faz feliz ver o povo todo
Dançando vão embalando nesse
Tranco fandangueiro
Ao patrão do céu agradeço
Comovido por ter nascido com o
Dom de ser gaiteiro
Vida curtida na espora e no mangaço
O meu braço tem a força e o
Talento e me sustento na garganta e no gaitaço
O som da gaita vai transmitindo
Emoção e este chão gosto muito de cantar
Quando canto todo mundo vai pra
Sala e a gauchada vira a noite a bailar
Desde moço vivo de gaita e cantoria
A cada dia encontrando gente amiga
Não ah quem diga que não goste de vaneira
E desta maneira eu sigo levando a vida
Me agrada muito ver o povo
Reunido é divertido o fandango no galpão
Num trago de canha vou domando
O cansaço com minha cordeona eu
Cultivo a tradição
Tenho no peito meu coração
Fandangueiro o pago inteiro
Reconhece o meu valor
Com maestria vou floreando a
Cordeona que ate emociona esse gaiteiro cantor
É no fandango que lembro da
Minha querência
Tomo tenência em cada coisa que aprendi
Sigo a vida mas a saudade é
Constante pois to distante do
Torrão onde nasci
Me faz feliz ver o povo todo
Dançando vão embalando nesse
Tranco fandangueiro
Ao patrão do céu agradeço
Comovido por ter nascido com o
Dom de ser gaiteiro