Letra de Pedindo Empregado - Walther Morais
Disco A
01
Um Taura do Rio Grande
02
Jeito Missioneiro
03
Forma Cavalo
04
Debaixo de Um Céu Azul
05
Atorando um Chote
06
Embuçalando a Potrada
07
Numa Tarde de Céu Azul
08
Gineteada em Alegrete
09
Cordeona
10
Na Estrada do Tempo
11
Preciso de Liberdade
12
Costumes do Meu Pago
13
Pedindo Empregado
14
Retovando a Lida
Pedindo Empregado
Precisa-se uma cozinheira
Que seja solteira e que dê referências
Precisa-se um peão caseiro
Um índio campeiro e que tenha vivência
Precisa-se um taura disposto
Pra morar no posto e que tenha constância
Faz falta um ginete largado
Pois sobra aporreados em tudo que é estância
Faz falta um ginete largado
Pois sobra aporreados em tudo que é estância
Patrão, mas que barbaridade
Andar por piedade pedindo empregado
E o nosso gaúcho campeiro
Fica no povoeiro marginalizado
Patrão, mas que barbaridade
Essa desigualdade sem rédea e sem freio
Deixa na cidade quem gosta do luxo
E traga o gaúcho de volta aos arreios
"Patrão, deixa na cidade quem gosta do luxo e traga o gaúcho de volta aos arreios."
É isso que eu disse e repito:
Não acho bonito, sei que tu me entende
O taura se vai pra cidade
E, na dor da saudade, por pouco, se vende
É como pealar um cavalo
E, depois do pealo, botar o arreio
E o guasca, buscando outras fontes
Perdeu no horizonte seu último anseio
E o guasca, buscando outras fontes
Perdeu no horizonte seu último anseio
Patrão, mas que barbaridade
Andar por piedade pedindo empregado
E o nosso gaúcho campeiro
Fica no povoeiro marginalizado
Patrão, mas que barbaridade
Essa desigualdade sem rédea e sem freio
Deixa na cidade quem gosta do luxo
E traga o gaúcho de volta aos arreios
Letra: Adair de Freitas
Música: Adair de Freitas
Que seja solteira e que dê referências
Precisa-se um peão caseiro
Um índio campeiro e que tenha vivência
Precisa-se um taura disposto
Pra morar no posto e que tenha constância
Faz falta um ginete largado
Pois sobra aporreados em tudo que é estância
Faz falta um ginete largado
Pois sobra aporreados em tudo que é estância
Patrão, mas que barbaridade
Andar por piedade pedindo empregado
E o nosso gaúcho campeiro
Fica no povoeiro marginalizado
Patrão, mas que barbaridade
Essa desigualdade sem rédea e sem freio
Deixa na cidade quem gosta do luxo
E traga o gaúcho de volta aos arreios
"Patrão, deixa na cidade quem gosta do luxo e traga o gaúcho de volta aos arreios."
É isso que eu disse e repito:
Não acho bonito, sei que tu me entende
O taura se vai pra cidade
E, na dor da saudade, por pouco, se vende
É como pealar um cavalo
E, depois do pealo, botar o arreio
E o guasca, buscando outras fontes
Perdeu no horizonte seu último anseio
E o guasca, buscando outras fontes
Perdeu no horizonte seu último anseio
Patrão, mas que barbaridade
Andar por piedade pedindo empregado
E o nosso gaúcho campeiro
Fica no povoeiro marginalizado
Patrão, mas que barbaridade
Essa desigualdade sem rédea e sem freio
Deixa na cidade quem gosta do luxo
E traga o gaúcho de volta aos arreios
Letra: Adair de Freitas
Música: Adair de Freitas