Letra de Embuçalando a Potrada - Walther Morais
Disco A
01
Um Taura do Rio Grande
02
Jeito Missioneiro
03
Forma Cavalo
04
Debaixo de Um Céu Azul
05
Atorando um Chote
06
Embuçalando a Potrada
07
Numa Tarde de Céu Azul
08
Gineteada em Alegrete
09
Cordeona
10
Na Estrada do Tempo
11
Preciso de Liberdade
12
Costumes do Meu Pago
13
Pedindo Empregado
14
Retovando a Lida
Embuçalando a Potrada
Cantam galos no terreiro
No capão, a passarada
Despertando este campeiro
Do colo da madrugada
Cheiro de relva orvalhada
Invade o meu galpão
Cambona e cuia de jeito
Vou cevar meu chimarrão
Enquanto sorvo o amargo
Vou encilhando o gateado
Parceiro de campo e encargos
Que, a mim, foram confiados
No bate casco do pingo
No más, me vou pra mangueira
Pra lidar c’o a cavalhada
Que veio lá da fronteira
Com esporas no garrão
Entesto a lida campeira
Mesclando campo e galpão
Encilha, potro e mangueira
E, assim, passo o meu dia
Embuçalando a potrada
Em meio aos maneadores
Mango e maneia sovada
Aguachado e pelechando
Das orelha’ aos entre-cascos
Vou logo adelgaçando
Um redomão nos meus bastos
Troco o bocal pelo freio
Rédea pronta, quebro o cacho
Que está domado de cima
Vou domar outro de baixo
E quando o sol vai caindo
Se escondendo na coxilha
Este taura campesino
Do bolicho encontra a trilha
De volta, cortando os pastos
Na noite enluarada
Ginete, cavalo e cusco
Se espelhando nas aguadas
Com esporas no garrão
Entesto a lida campeira
Mesclando campo e galpão
Encilha, potro e mangueira
E, assim, passo o meu dia
Embuçalando a potrada
Em meio aos maneadores
Mango e maneia sovada
Com esporas no garrão
Entesto a lida campeira
Mesclando campo e galpão
Encilha, potro e mangueira
E, assim, passo o meu dia
Embuçalando a potrada
Em meio aos maneadores
Mango e maneia sovada
Letra: João Alberto Pretto
Música: Pedro Neves
No capão, a passarada
Despertando este campeiro
Do colo da madrugada
Cheiro de relva orvalhada
Invade o meu galpão
Cambona e cuia de jeito
Vou cevar meu chimarrão
Enquanto sorvo o amargo
Vou encilhando o gateado
Parceiro de campo e encargos
Que, a mim, foram confiados
No bate casco do pingo
No más, me vou pra mangueira
Pra lidar c’o a cavalhada
Que veio lá da fronteira
Com esporas no garrão
Entesto a lida campeira
Mesclando campo e galpão
Encilha, potro e mangueira
E, assim, passo o meu dia
Embuçalando a potrada
Em meio aos maneadores
Mango e maneia sovada
Aguachado e pelechando
Das orelha’ aos entre-cascos
Vou logo adelgaçando
Um redomão nos meus bastos
Troco o bocal pelo freio
Rédea pronta, quebro o cacho
Que está domado de cima
Vou domar outro de baixo
E quando o sol vai caindo
Se escondendo na coxilha
Este taura campesino
Do bolicho encontra a trilha
De volta, cortando os pastos
Na noite enluarada
Ginete, cavalo e cusco
Se espelhando nas aguadas
Com esporas no garrão
Entesto a lida campeira
Mesclando campo e galpão
Encilha, potro e mangueira
E, assim, passo o meu dia
Embuçalando a potrada
Em meio aos maneadores
Mango e maneia sovada
Com esporas no garrão
Entesto a lida campeira
Mesclando campo e galpão
Encilha, potro e mangueira
E, assim, passo o meu dia
Embuçalando a potrada
Em meio aos maneadores
Mango e maneia sovada
Letra: João Alberto Pretto
Música: Pedro Neves