Letra de Na Estrada do Tempo - Walther Morais
Disco A
01
Um Taura do Rio Grande
02
Jeito Missioneiro
03
Forma Cavalo
04
Debaixo de Um Céu Azul
05
Atorando um Chote
06
Embuçalando a Potrada
07
Numa Tarde de Céu Azul
08
Gineteada em Alegrete
09
Cordeona
10
Na Estrada do Tempo
11
Preciso de Liberdade
12
Costumes do Meu Pago
13
Pedindo Empregado
14
Retovando a Lida
Na Estrada do Tempo
O tempo é uma estrada de curvas fechadas
Por onde cruzamos com nossa existência
Com trechos de pedras e pontes quebradas
E seguir em frente requer competência
Pois na caminhada por este planeta
Tem uns que resvalam na margem da estrada
Se vão cambaleando, beirando a sarjeta
Perdidos no tempo, rumando pra o nada
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Não deixe o mal te levar vida afora
Pelos precipícios de ódio e ganância
Pra deixar saudade quando for embora
Evite os barrancos da intolerância
No fim da estrada, o pedágio é a morte
E o tempo nos leva, mas deixa a história
E feliz daquele que foi justo e forte
Pois, pra quem amou, será linda a memória
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Letra: Dionísio Costa
Música: Walther Morais
Por onde cruzamos com nossa existência
Com trechos de pedras e pontes quebradas
E seguir em frente requer competência
Pois na caminhada por este planeta
Tem uns que resvalam na margem da estrada
Se vão cambaleando, beirando a sarjeta
Perdidos no tempo, rumando pra o nada
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Não deixe o mal te levar vida afora
Pelos precipícios de ódio e ganância
Pra deixar saudade quando for embora
Evite os barrancos da intolerância
No fim da estrada, o pedágio é a morte
E o tempo nos leva, mas deixa a história
E feliz daquele que foi justo e forte
Pois, pra quem amou, será linda a memória
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Letra: Dionísio Costa
Música: Walther Morais