O tempo é uma estrada de curvas fechadas
Por onde cruzamos com nossa existência
Com trechos de pedras e pontes quebradas
E seguir em frente requer competência
Pois na caminhada por este planeta
Tem uns que resvalam na margem da estrada
Se vão cambaleando, beirando a sarjeta
Perdidos no tempo, rumando pra o nada
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Não deixe o mal te levar vida afora
Pelos precipícios de ódio e ganância
Pra deixar saudade quando for embora
Evite os barrancos da intolerância
No fim da estrada, o pedágio é a morte
E o tempo nos leva, mas deixa a história
E feliz daquele que foi justo e forte
Pois, pra quem amou, será linda a memória
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Na estrada do tempo, todo mundo passa
Se indo a galope ou devagarinho
Ao longo da estrada, a vida é de graça
Mas é muito caro caminhar sozinho
Por isso, reparta somente a bondade
E creia na força divina infinita
Pra quem tem na vida amor e verdade
A estrada do tempo é bem mais bonita
Letra: Dionísio Costa
Música: Walther Morais
Tipo de andadura de velocidade média (nem rápida e nem ligeira = moderada) dos eguariços.