Letra de Chamameceros de Ley - Jorge Guedes e Família
Disco A
01
Nego Betão
02
Cuiudo Gateado
03
Sem Tinta
04
Bochincho Sem Fronteiras
05
Um Velho Cheirando a Pampa
06
Caso o Gaúcho Morrer
07
Anjo e Flor - Part. Oscar Soares
08
Décima do Redomão
09
Chamameceros de Ley
10
Matear e Matear
11
Nas Trilhas do Mato Grande - Part. Gilmar Martinelli
12
Guri Costeiro
13
Um Pedido a São Miguel
14
Eu Já Nasci Enforquilhado
15
No Lombo do Meu Rosilho
Chamameceros de Ley
Um bandoneón resplandecendo harmonias
Com som de rio e canto de ave crioula
Pelo tape vem repontando nostalgias
Timbre e sotaque del viejo cocomarola
Uma três hilheiras correntina bien caté
E um sapukay fazendo “cosca” na garganta
É a alma bugra que fez raça nas três pátrias
Vieja cordeona feiticeira das bailantas
A mesma aura tem a tereza parodi
Com dom isaco e a ramonita galarza
Cantando juntos com o noel guarany
São dois zorzais,uma calandria e uma torcaza
Refrão
Meu coração chamamecero
Emponchado de luz e mel
Quando escuta um chamamé
Do velho ernesto montiel
Tocado numa cordeona
Com guizo de cascavel
Fica pior do que um dourado
Se guasqueando no espinhel
Os menchos pobres e o reduzino malaquias
Chamamé antigo o velho feijão com arroz
Vem se juntar com o mensú ramón ayala
Samuel aguayo e os dois tarragó ros
Cada verdulera ao parir um chamamé
É sempre fêmea mãe amante, filha e esposa
Cromatizando oscar dos reis alma e talento
Luiz carlos borges e o mestre raul barboza
Guardo esta alma voz avá canto de mato
Que o chico guedes e o dedé cunha deixaram
Com millán medina os monteiros e os sampaios
E os outros tantos que estas bandeiras hastearam
Com som de rio e canto de ave crioula
Pelo tape vem repontando nostalgias
Timbre e sotaque del viejo cocomarola
Uma três hilheiras correntina bien caté
E um sapukay fazendo “cosca” na garganta
É a alma bugra que fez raça nas três pátrias
Vieja cordeona feiticeira das bailantas
A mesma aura tem a tereza parodi
Com dom isaco e a ramonita galarza
Cantando juntos com o noel guarany
São dois zorzais,uma calandria e uma torcaza
Refrão
Meu coração chamamecero
Emponchado de luz e mel
Quando escuta um chamamé
Do velho ernesto montiel
Tocado numa cordeona
Com guizo de cascavel
Fica pior do que um dourado
Se guasqueando no espinhel
Os menchos pobres e o reduzino malaquias
Chamamé antigo o velho feijão com arroz
Vem se juntar com o mensú ramón ayala
Samuel aguayo e os dois tarragó ros
Cada verdulera ao parir um chamamé
É sempre fêmea mãe amante, filha e esposa
Cromatizando oscar dos reis alma e talento
Luiz carlos borges e o mestre raul barboza
Guardo esta alma voz avá canto de mato
Que o chico guedes e o dedé cunha deixaram
Com millán medina os monteiros e os sampaios
E os outros tantos que estas bandeiras hastearam