Letra de A Voz da Querência - Walther Morais
Disco A
01
Vaneira pra Quem Gosta
02
A Voz da Querência
03
Licença Pra um Missioneiro
04
Nossa Missão
05
Chasque Para Dom Munhoz
06
Aonde o Rio Grande Mora
07
Meu Tempo
08
Rio Grande Pátria e Querência
09
De Doma e Verso
10
Tordilho Ventana
11
De Todas as Querências
12
Viagem ao Corpo da China
13
Saudade Estância e Querência
14
A Visão da Janela
A Voz da Querência
A querência tem voz no silêncio ao avesso
Palavra que a mãe de uma hora proseava
Na lida que escreve, da pátria, o começo
E da gente sofrida de face judiada
É uma voz que se ergue no canto dos galos
Na prece sentida que a fé sempre tem
No relincho altaneiro de um bueno cavalo
No amigo que guarda os conselhos do bem
A querência tem voz no rádio de pilha
E até na quietude do estalo das brasas
Remete ao futuro dizendo a trilha
Pra alma saber o caminho de casa
É um canto tão forte que se faz guarida
É água de rio correndo pra foz
Um grito de aboio na várzea estendida
Pela gente gaúcha, a querência tem voz
A querência tem voz pelas noites de lua
Fandango que embala alegrias do povo
Pode sim ser faceira, mas nunca recua
E até numa brisa nos fala de novo
É um jeito tranquilo da pampa falar
Mas muda o tom se preciso for
E a voz da querência não vai silenciar
Ela é o Rio Grande que nasce cantor
A querência tem voz no rádio de pilha
E até na quietude do estalo das brasas
Remete ao futuro dizendo a trilha
Pra alma saber o caminho de casa
É um canto tão forte que se faz guarida
É água de rio correndo pra foz
Um grito de aboio na várzea estendida
Pela gente gaúcha, a querência tem voz
A querência tem voz no rádio de pilha
E até na quietude do estalo das brasas
Remete ao futuro dizendo a trilha
Pra alma saber o caminho de casa
É um canto tão forte que se faz guarida
É água de rio correndo pra foz
Um grito de aboio na várzea estendida
Pela gente gaúcha, a querência tem voz
Palavra que a mãe de uma hora proseava
Na lida que escreve, da pátria, o começo
E da gente sofrida de face judiada
É uma voz que se ergue no canto dos galos
Na prece sentida que a fé sempre tem
No relincho altaneiro de um bueno cavalo
No amigo que guarda os conselhos do bem
A querência tem voz no rádio de pilha
E até na quietude do estalo das brasas
Remete ao futuro dizendo a trilha
Pra alma saber o caminho de casa
É um canto tão forte que se faz guarida
É água de rio correndo pra foz
Um grito de aboio na várzea estendida
Pela gente gaúcha, a querência tem voz
A querência tem voz pelas noites de lua
Fandango que embala alegrias do povo
Pode sim ser faceira, mas nunca recua
E até numa brisa nos fala de novo
É um jeito tranquilo da pampa falar
Mas muda o tom se preciso for
E a voz da querência não vai silenciar
Ela é o Rio Grande que nasce cantor
A querência tem voz no rádio de pilha
E até na quietude do estalo das brasas
Remete ao futuro dizendo a trilha
Pra alma saber o caminho de casa
É um canto tão forte que se faz guarida
É água de rio correndo pra foz
Um grito de aboio na várzea estendida
Pela gente gaúcha, a querência tem voz
A querência tem voz no rádio de pilha
E até na quietude do estalo das brasas
Remete ao futuro dizendo a trilha
Pra alma saber o caminho de casa
É um canto tão forte que se faz guarida
É água de rio correndo pra foz
Um grito de aboio na várzea estendida
Pela gente gaúcha, a querência tem voz