Letra de Prosa dos Lenços - Os Monarcas
Disco A
01
De Bota Nova
02
Retrato de Deus
03
Repontando a Tradição
04
Aos Gaúchos do Amanhã
05
Prosa dos Lenços
06
Destino das Esporas
07
Olhos de Mel
08
Nas Madrugadas
09
Tô Chegando
10
Mateando e Pitando,
11
Vanera de um Tempo Novo
12
Alma Apaixonada
13
Vida de Cantador
14
Marco de Valor
15
Taura do Rio Grande
Prosa dos Lenços
Luiz Carlos Lanfredi / Chico Brasil
O nosso lenço campeiro, velho parceiro de luta
Simboliza as tradições, dos tempos da vida bruta
É uma herança partidária, que cambiou seu ideal
Testemunho da história, desse Rio Grande bagual
O meu lenço foi tingido, com sangue dos farroupilhas
Peleou dez anos a fio, nas mais sangrentas guerrilhas
Hostentando a valentia da nossa raça caudilha
Implantou a liberdade no lombo dessas coxilhas
Meu lenço republicano, nasceu branco castilhista
Foi um bravo nas peleias, foi soberbo na conquista
Governou a ferro e fogo com norma positivista
Não cedendo aos maragatos o poder federalista
O meu lenço maragato, liberal federalsita
Em 93 foi guerreiro, foi tribuna ativista
Peleou contra o lenço branco dos pica-paus legalistas
E se fez libertador combatendo os castilhistas
(O nosso lenço campeiro, traz cheiro de campo e céu
Aquerenciou no gaúcho, entre a bombacha e o chapéu
Um gaúcho bem pilchado, estampa a simplicidade
Mas sem lenço no pescoço, perde sua identidade
Tremulando aos quatro ventos, o lenço se fez canção
Se expandiu Brasil afora, é gaúcho em qualquer chão)
O nosso lenço campeiro, velho parceiro de luta
Simboliza as tradições, dos tempos da vida bruta
É uma herança partidária, que cambiou seu ideal
Testemunho da história, desse Rio Grande bagual
Meu lenço branco borgista, governou mais uma vez
Me batizaram chimango nas urnas de 23
Com temor de Assis Brasil o maragato caudilho
Meu lenço se fez história, passando de pai pra filho
Meu lenço cinza xadrez, o carijó companheiro
Nunca foi politiqueiro e nem provocava alvoroço
Mais conforme o vento vai, não fica comprometido
Não faz parte de partido e nem escolhe pescoço
Lenço vermelho é maragato lenço branco é chimango
O preto é luto respeito, este não vai a fandango
É gaúcho igual aos outros, de bombacha, espora e mango
Procedência castelhana lá da província do tango
(O nosso lenço campeiro, traz cheiro de campo e céu
Aquerenciou no gaúcho, entre a bombacha e o chapéu
Um gaúcho bem pilchado, estampa a simplicidade
Mas sem lenço no pescoço, perde sua identidade
Tremulando aos quatro ventos, o lenço se fez canção
Se expandiu Brasil afora, é gaúcho em qualquer chão)
Falado:
Os lenços se entrelaçaram, fazendo a Pátria tremer.
A cavalo eles levaram Getúlio Vargas ao poder.
O nosso lenço campeiro, velho parceiro de luta
Simboliza as tradições, dos tempos da vida bruta
É uma herança partidária, que cambiou seu ideal
Testemunho da história, desse Rio Grande bagual
O meu lenço foi tingido, com sangue dos farroupilhas
Peleou dez anos a fio, nas mais sangrentas guerrilhas
Hostentando a valentia da nossa raça caudilha
Implantou a liberdade no lombo dessas coxilhas
Meu lenço republicano, nasceu branco castilhista
Foi um bravo nas peleias, foi soberbo na conquista
Governou a ferro e fogo com norma positivista
Não cedendo aos maragatos o poder federalista
O meu lenço maragato, liberal federalsita
Em 93 foi guerreiro, foi tribuna ativista
Peleou contra o lenço branco dos pica-paus legalistas
E se fez libertador combatendo os castilhistas
(O nosso lenço campeiro, traz cheiro de campo e céu
Aquerenciou no gaúcho, entre a bombacha e o chapéu
Um gaúcho bem pilchado, estampa a simplicidade
Mas sem lenço no pescoço, perde sua identidade
Tremulando aos quatro ventos, o lenço se fez canção
Se expandiu Brasil afora, é gaúcho em qualquer chão)
O nosso lenço campeiro, velho parceiro de luta
Simboliza as tradições, dos tempos da vida bruta
É uma herança partidária, que cambiou seu ideal
Testemunho da história, desse Rio Grande bagual
Meu lenço branco borgista, governou mais uma vez
Me batizaram chimango nas urnas de 23
Com temor de Assis Brasil o maragato caudilho
Meu lenço se fez história, passando de pai pra filho
Meu lenço cinza xadrez, o carijó companheiro
Nunca foi politiqueiro e nem provocava alvoroço
Mais conforme o vento vai, não fica comprometido
Não faz parte de partido e nem escolhe pescoço
Lenço vermelho é maragato lenço branco é chimango
O preto é luto respeito, este não vai a fandango
É gaúcho igual aos outros, de bombacha, espora e mango
Procedência castelhana lá da província do tango
(O nosso lenço campeiro, traz cheiro de campo e céu
Aquerenciou no gaúcho, entre a bombacha e o chapéu
Um gaúcho bem pilchado, estampa a simplicidade
Mas sem lenço no pescoço, perde sua identidade
Tremulando aos quatro ventos, o lenço se fez canção
Se expandiu Brasil afora, é gaúcho em qualquer chão)
Falado:
Os lenços se entrelaçaram, fazendo a Pátria tremer.
A cavalo eles levaram Getúlio Vargas ao poder.