Letra de Interioranos - part. Bebeto Alves - Mauro Moraes
Disco A
01
O Pago em Coplas - part. José Cláudio Machado
02
Estampa de Peão Fronteiro
03
Batendo Casco
04
Milonga Abaixo de Mau Tempo
05
Um Gaúcho Pega a Estrada
06
Cuidando Campo
07
Madrugada Posteira - part. José Cláudio Machado
08
São as Armas Que Conheço
09
Pampa e Fronteira
10
Metendo Corda
11
Milonga do Meu Rosilho
12
Cabanha Toro Passo - part. Bebeto Alves
13
Deixa Pra Mim - part. Luiz Marenco
14
Abrindo Cancha
15
De Violão e Gaita - part. Joca Martins
16
Amadrinhando
Disco B
01
Cuia e Cambona
02
Melodia e Charla - part. Luiz Marenco
03
Com Cisco Nos Olhos
04
Com o Violão na Garupa
05
Interioranos - part. Bebeto Alves
06
Milonga Pra te Lembrar
07
O Rancho
08
Flor de Trevo
09
Milonga Pra Louco
10
Botando na Rédea - part. Bebeto Alves
11
Lástima - part. Joca Martins
12
Chamamecero
13
Romance Milongueado
14
Com a Cambona Nos Tentos
15
Estrada Nova
16
Feito o Carreto - part. Bebeto Alves
Interioranos - part. Bebeto Alves
Eu nunca calcei os sapatos de alguma aflição
Nem nunca troquei a mobília do meu coração
Até escrevi às paredes ao dar de beber à raiz
E fiz do impossível meu auto retrato
Meu mundo canção, meu país
Eu nunca gostei da palavra em cima do muro
Nem nunca julguei as migalhas dos meus absurdos
Ainda vou dar uma guinada nas coisas que não suporto
E vou tomar mate compadre por casa
Com a alma e o pinho no colo.
Vou eu tropeçando nas pedras, vendo a vida como ela é
Conjungando um dedo de prosa disposto a ter fé
Sou eu revirando as paisagens, com a carne exposta ao fogo
Com a alma de volta pra casa na casca do ovo
Foi preciso andar na contramão dos relógios
Foi preciso usar o violão e ser lógico
Encarar a fome, enxugar a tristeza
Transgredir o ódio, escapulir da inveja
Engolir a dor na solidão da conversa
Num cantinho de Porto Alegre mora
Nossa saudade interiorana!
Nossa saudade Uruguaiana!
Nem nunca troquei a mobília do meu coração
Até escrevi às paredes ao dar de beber à raiz
E fiz do impossível meu auto retrato
Meu mundo canção, meu país
Eu nunca gostei da palavra em cima do muro
Nem nunca julguei as migalhas dos meus absurdos
Ainda vou dar uma guinada nas coisas que não suporto
E vou tomar mate compadre por casa
Com a alma e o pinho no colo.
Vou eu tropeçando nas pedras, vendo a vida como ela é
Conjungando um dedo de prosa disposto a ter fé
Sou eu revirando as paisagens, com a carne exposta ao fogo
Com a alma de volta pra casa na casca do ovo
Foi preciso andar na contramão dos relógios
Foi preciso usar o violão e ser lógico
Encarar a fome, enxugar a tristeza
Transgredir o ódio, escapulir da inveja
Engolir a dor na solidão da conversa
Num cantinho de Porto Alegre mora
Nossa saudade interiorana!
Nossa saudade Uruguaiana!