Letra de Não Podemo Se Entregá Pros Home - Rock de Galpão
Disco A
01
Milonga Para as Missões
02
Recuerdos da 28
03
Gaudêncio Sete Luas
04
Yo Tengo Tantos Hermanos (Los Hermanos)
05
Prenda Minha
06
Desgarrados
07
Romance do Pala Velho
08
Cordas de Espinho
09
Entrando no M'Bororé
10
Paraíso Perdido
11
Canto dos Livres
12
Couro Cru
13
Eu Reconheço Que Sou Um Grosso
14
Os Homens de Preto
15
Amigo Punk
16
Não Podemo Se Entregá Pros Home
Não Podemo Se Entregá Pros Home
O gaúcho desde piá vai aprendendo
A ser valente, não ter medo, ter coragem.
Em manotaços do tempo e em bochinchos
Retempera e moldura sua imagem.
Não podemo se entrega pros home
De jeito nenhum, amigo e companheiro.
Não tá morto que luta, quem peleia.
Pois lutar é a marca do campeiro.
Com lança, cavalo e no peitaço.
Foi implantada a fronteira deste chão
Toscas cruzes solitárias nas coxilhas
A reelembrar a valentia de tanto irmão.
E apesar dos bons cavalos e dos arreios
De façanhas, garruchas, carreiradas
A lo largo o tempo foi passando
Plantando novo rumo em suas pousadas
Vieram cercas, porteiras, aramados
Veio o trator com seu ronco matraqueiro
E no tranco sem fim da revolução
Transformou a paisagem dos potreiros
E ao comtemplar o agora de seus campo
O lugar onde seu porte ainda fulgura
O velho taura dá de rédeas no seu eu
E esporeia o futuro com bravura.
A ser valente, não ter medo, ter coragem.
Em manotaços do tempo e em bochinchos
Retempera e moldura sua imagem.
Não podemo se entrega pros home
De jeito nenhum, amigo e companheiro.
Não tá morto que luta, quem peleia.
Pois lutar é a marca do campeiro.
Com lança, cavalo e no peitaço.
Foi implantada a fronteira deste chão
Toscas cruzes solitárias nas coxilhas
A reelembrar a valentia de tanto irmão.
E apesar dos bons cavalos e dos arreios
De façanhas, garruchas, carreiradas
A lo largo o tempo foi passando
Plantando novo rumo em suas pousadas
Vieram cercas, porteiras, aramados
Veio o trator com seu ronco matraqueiro
E no tranco sem fim da revolução
Transformou a paisagem dos potreiros
E ao comtemplar o agora de seus campo
O lugar onde seu porte ainda fulgura
O velho taura dá de rédeas no seu eu
E esporeia o futuro com bravura.