Letra de Eu Reconheço Que Sou Um Grosso - Rock de Galpão
Disco A
01
Milonga Para as Missões
02
Recuerdos da 28
03
Gaudêncio Sete Luas
04
Yo Tengo Tantos Hermanos (Los Hermanos)
05
Prenda Minha
06
Desgarrados
07
Romance do Pala Velho
08
Cordas de Espinho
09
Entrando no M'Bororé
10
Paraíso Perdido
11
Canto dos Livres
12
Couro Cru
13
Eu Reconheço Que Sou Um Grosso
14
Os Homens de Preto
15
Amigo Punk
16
Não Podemo Se Entregá Pros Home
Eu Reconheço Que Sou Um Grosso
Me chamam de grosso, eu não tiro a razão;
Eu reconheço a minha grossura;
Mas, sei tratar a qualquer cidadão,
Até representa que eu tenho cultura;
Eu aprendi na escola do mundo,
Não foi falquejado em bancos colegiais;
Eu não teve tempo de ser vagabundo,
Porque quem trabalha vergonha não faz.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Eu trabalhava, ajudava meus pais,
Sempre levei a vida de peão;
Porque no tempo que eu era rapaz...
Qualquer serviço era uma diversão;
Lidava no campo cantando pros bichos,
Porque pra cantar eu trouxe vocação;
Por isso até hoje eu tenho por capricho...
De conservar a minha tradição.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Eu aprendi a dançar aos domingos...
Sentindo o cheiro do pó do galpão;
Pedia licença apeava do pingo...
E dizia adeus assim de mão em mão;
E quem conhece o sistema antigo,
Reclame por carta se eu estou mentindo;
São documentos que eu trago comigo,
Porque o respeito eu acho muito lindo.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Minha sociedade é o meu CTG,
Porque nela enxergo toda a antiguidade;
E não se confunda eu explico por que...
Os trajes das moças não são à vontade;
E se, por acaso, um perverso sujeito,
Querer fazer uso e abusos de agora...
Já entra o machismo impondo respeito...
E arranca o perverso em seguida pra fora.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Ô mocidade associem com a gente,
Vá no CTG e leve um documento;
Vão ver de perto o que dança os decente,
E que sociedade de bons casamentos;
Vá ver a pureza, vá ver alegria,
Vá ver o respeito dessa sociedade;
Vá ver o encanto das belas gurias,
Que possam lhe dar uma felicidade.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Eu reconheço a minha grossura;
Mas, sei tratar a qualquer cidadão,
Até representa que eu tenho cultura;
Eu aprendi na escola do mundo,
Não foi falquejado em bancos colegiais;
Eu não teve tempo de ser vagabundo,
Porque quem trabalha vergonha não faz.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Eu trabalhava, ajudava meus pais,
Sempre levei a vida de peão;
Porque no tempo que eu era rapaz...
Qualquer serviço era uma diversão;
Lidava no campo cantando pros bichos,
Porque pra cantar eu trouxe vocação;
Por isso até hoje eu tenho por capricho...
De conservar a minha tradição.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Eu aprendi a dançar aos domingos...
Sentindo o cheiro do pó do galpão;
Pedia licença apeava do pingo...
E dizia adeus assim de mão em mão;
E quem conhece o sistema antigo,
Reclame por carta se eu estou mentindo;
São documentos que eu trago comigo,
Porque o respeito eu acho muito lindo.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Minha sociedade é o meu CTG,
Porque nela enxergo toda a antiguidade;
E não se confunda eu explico por que...
Os trajes das moças não são à vontade;
E se, por acaso, um perverso sujeito,
Querer fazer uso e abusos de agora...
Já entra o machismo impondo respeito...
E arranca o perverso em seguida pra fora.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa
Ô mocidade associem com a gente,
Vá no CTG e leve um documento;
Vão ver de perto o que dança os decente,
E que sociedade de bons casamentos;
Vá ver a pureza, vá ver alegria,
Vá ver o respeito dessa sociedade;
Vá ver o encanto das belas gurias,
Que possam lhe dar uma felicidade.
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárarará
Lalará, rarará, Lalará, rarará, Lararárararárararárararaaaa