Letra de Entrando no M'Bororé - Rock de Galpão
Disco A
01
Milonga Para as Missões
02
Recuerdos da 28
03
Gaudêncio Sete Luas
04
Yo Tengo Tantos Hermanos (Los Hermanos)
05
Prenda Minha
06
Desgarrados
07
Romance do Pala Velho
08
Cordas de Espinho
09
Entrando no M'Bororé
10
Paraíso Perdido
11
Canto dos Livres
12
Couro Cru
13
Eu Reconheço Que Sou Um Grosso
14
Os Homens de Preto
15
Amigo Punk
16
Não Podemo Se Entregá Pros Home
Entrando no M'Bororé
lá vem o vitor solito
entrando no M'Bororé
e um cusco brasino ao tranco
na sombra de um pangaré
chapéu grande, lenço negro
jeitão calmo de quem chega
na tarde em tons de aquarela
lembra um quadro do Berega
o flerte troteando alerta
bufa e se nega pros lados
e uma perdiz se degola
no último fio do alambrado
apeia na cruz da estrada
e o seu olhar se enfumaça
saca o sombrero em silêncio
por respeito a sua raça.
Lá vem o Rio Grande a cavalo
entrando no M'Bororé
là vem o Rio Grande a cavalo
que bonito que ele é. (bis)
Procura a volta do pingo
e alça o corpo sem receio
enquanto uma borboleta
senta na perna do freio
inté entrete o cristão
que se cruza campo a fora
mirar a garça matreira
no seu pala cor de aurora
Pois lá num rancho de leiva
que ele ergueu com seu suor
fica um sonho por metade
de quem vive sem amor
um suave bater de asas
cruza um bando sem alarde
e as garças e o Vitor somem
lá na lonjura da tarde.
Lá vem o Rio Grande a cavalo
entrando no M'Bororé
lá vem o Rio Grande a cavalo
que bonito que ele é. (bis)
entrando no M'Bororé
e um cusco brasino ao tranco
na sombra de um pangaré
chapéu grande, lenço negro
jeitão calmo de quem chega
na tarde em tons de aquarela
lembra um quadro do Berega
o flerte troteando alerta
bufa e se nega pros lados
e uma perdiz se degola
no último fio do alambrado
apeia na cruz da estrada
e o seu olhar se enfumaça
saca o sombrero em silêncio
por respeito a sua raça.
Lá vem o Rio Grande a cavalo
entrando no M'Bororé
là vem o Rio Grande a cavalo
que bonito que ele é. (bis)
Procura a volta do pingo
e alça o corpo sem receio
enquanto uma borboleta
senta na perna do freio
inté entrete o cristão
que se cruza campo a fora
mirar a garça matreira
no seu pala cor de aurora
Pois lá num rancho de leiva
que ele ergueu com seu suor
fica um sonho por metade
de quem vive sem amor
um suave bater de asas
cruza um bando sem alarde
e as garças e o Vitor somem
lá na lonjura da tarde.
Lá vem o Rio Grande a cavalo
entrando no M'Bororé
lá vem o Rio Grande a cavalo
que bonito que ele é. (bis)