Letra de Gauchinho de Setembro - Dionísio Costa
Disco A
01
De a Cavalo na Alegria
02
Quermesse no Povoado
03
Depois do Fim
04
Mestre Albino Manique
05
Pra Bailar na Cadeia
06
Pelos Bailes da Vida
07
Razão de Ser
08
Um Retrato da Saudade
09
Gauchinho de Setembro
10
Louquinho de Saudade
11
Tô Largando na Pernada
12
Bobeou, Perdeu
13
Só Mais Uma Cuia
14
De Volta Pra Casa
15
Teu Sorriso na Parede
16
Pedindo Vaza
17
Guria Loira
18
É Tudo Por Tua Conta
Gauchinho de Setembro
(Dionísio Costa/Sukata Duarte)
Na Semana Farroupilha a gente enxerga de tudo
Cola-fina e bombachudo revivendo a tradição
Mas tem um tipo esquisito que envergonha a juventude
Pois não tem nas atitudes um pingo de educação
É um tipo sem bandeira, que arranca a "sombranceia"
Senta um brinco nas "oreia" e até o sovaco depila
No meio da gauderiada cruza cheio de balaca
Mas o que tem na guaiaca não passa de cinco pila'
Vivo cantando o Rio Grande no meu jeitão galponeiro
Sou gaúcho por inteiro, de janeiro a dezembro
E esse xarope nojento, de campeiro disfarçado
É só um bobo fantasiado, gauchinho de setembro
Abusando da palavra, se vem fazendo alaúza
E até da sorte ele abusa, potoqueando os brigadiano'
Numa bombacha de friso, tapadinho de frescura
Vem requebrando a cintura, co’esse tipo eu não me engano
Em tudo que é piquete chega metendo as paleta'
Com um copo de capeta, se fresqueando pras guria'
Termina a noite borracho, afocinhando no barro
Fazendo porco no carro e anojando a parceria
Vivo cantando o Rio Grande no meu jeitão galponeiro...
Pra esvaziar a bexiga, nem faz conta das família'
Desabotoa a braguilha e mija de fazer poça
Eu respeito todo mundo e não prego a violência
Mas tenha a santa paciência, esse merece uma coça
Se acha muito importante agindo assim, desse jeito
Mas não conhece o respeito e a história da nossa raça
Desonra a nossa cultura e acha que o acampamento
É só um ajuntamento pra "farreá" e beber cachaça
Vivo cantando o Rio Grande no meu jeitão galponeiro...
Na Semana Farroupilha a gente enxerga de tudo
Cola-fina e bombachudo revivendo a tradição
Mas tem um tipo esquisito que envergonha a juventude
Pois não tem nas atitudes um pingo de educação
É um tipo sem bandeira, que arranca a "sombranceia"
Senta um brinco nas "oreia" e até o sovaco depila
No meio da gauderiada cruza cheio de balaca
Mas o que tem na guaiaca não passa de cinco pila'
Vivo cantando o Rio Grande no meu jeitão galponeiro
Sou gaúcho por inteiro, de janeiro a dezembro
E esse xarope nojento, de campeiro disfarçado
É só um bobo fantasiado, gauchinho de setembro
Abusando da palavra, se vem fazendo alaúza
E até da sorte ele abusa, potoqueando os brigadiano'
Numa bombacha de friso, tapadinho de frescura
Vem requebrando a cintura, co’esse tipo eu não me engano
Em tudo que é piquete chega metendo as paleta'
Com um copo de capeta, se fresqueando pras guria'
Termina a noite borracho, afocinhando no barro
Fazendo porco no carro e anojando a parceria
Vivo cantando o Rio Grande no meu jeitão galponeiro...
Pra esvaziar a bexiga, nem faz conta das família'
Desabotoa a braguilha e mija de fazer poça
Eu respeito todo mundo e não prego a violência
Mas tenha a santa paciência, esse merece uma coça
Se acha muito importante agindo assim, desse jeito
Mas não conhece o respeito e a história da nossa raça
Desonra a nossa cultura e acha que o acampamento
É só um ajuntamento pra "farreá" e beber cachaça
Vivo cantando o Rio Grande no meu jeitão galponeiro...