Letra de Mestre Albino Manique - Dionísio Costa
Disco A
01
De a Cavalo na Alegria
02
Quermesse no Povoado
03
Depois do Fim
04
Mestre Albino Manique
05
Pra Bailar na Cadeia
06
Pelos Bailes da Vida
07
Razão de Ser
08
Um Retrato da Saudade
09
Gauchinho de Setembro
10
Louquinho de Saudade
11
Tô Largando na Pernada
12
Bobeou, Perdeu
13
Só Mais Uma Cuia
14
De Volta Pra Casa
15
Teu Sorriso na Parede
16
Pedindo Vaza
17
Guria Loira
18
É Tudo Por Tua Conta
Mestre Albino Manique
(Dionísio Costa/Oscar Soares/Mário Nenê)
Quando a cordeona tomou conta desta terra
Lá pela serra encontrou o melhor parceiro
Em São Francisco de Paula fez a morada
N’alma inspirada do nosso maior gaiteiro
As melodias que embalaram sua infância
Com ressonância na sua vida futura
Hoje são marcas de amor e de talento
Nesse instrumento que encanta a nossa cultura
Albino traz na cordeona o sotaque de campo e céu
E constrói as melodias onde o Rio Grande se espelha
Pra os grandes mestres gaiteiros eu retiro o meu chapéu
Mas pra o Albino Manique a minh'alma se ajoelha
Mestre Manique, és tronco, cerne e raiz
Sendo matriz pra tantos outros viventes
Que, inspirados, hoje percorrem teus passos
Dando gaitaços co’a alma da nossa gente
A melodia, quando encontra o teu abraço
Acerta o passo e não se cria redomona
Por tua história, amigo Albino Manique
Tu é o cacique dessa indiada da cordeona
Albino traz na cordeona o sotaque de campo e céu...
Quando a cordeona tomou conta desta terra
Lá pela serra encontrou o melhor parceiro
Em São Francisco de Paula fez a morada
N’alma inspirada do nosso maior gaiteiro
As melodias que embalaram sua infância
Com ressonância na sua vida futura
Hoje são marcas de amor e de talento
Nesse instrumento que encanta a nossa cultura
Albino traz na cordeona o sotaque de campo e céu
E constrói as melodias onde o Rio Grande se espelha
Pra os grandes mestres gaiteiros eu retiro o meu chapéu
Mas pra o Albino Manique a minh'alma se ajoelha
Mestre Manique, és tronco, cerne e raiz
Sendo matriz pra tantos outros viventes
Que, inspirados, hoje percorrem teus passos
Dando gaitaços co’a alma da nossa gente
A melodia, quando encontra o teu abraço
Acerta o passo e não se cria redomona
Por tua história, amigo Albino Manique
Tu é o cacique dessa indiada da cordeona
Albino traz na cordeona o sotaque de campo e céu...