Letra de Meus Versos A Dom Jayme Caetano Braum/guitarra Del Silencio - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Pra Quem Não Sabe Quem Sou
02
Viva o Rio Grande
03
Tesourinho de Muié
04
Alma de Fronteira
05
Tango do Matungo
06
Romance D"um Peão Bagual
07
Pátria Pampa
08
Por Um Pedaço de Terra
09
Dexa que Vá
10
Uma Mina "diferenti"
11
Retruco da Marculina
12
Tubiano Do Itaroquem
13
Fazendeiro em Decadência
14
Meus Versos A Dom Jayme Caetano Braum/guitarra Del Silencio
Meus Versos A Dom Jayme Caetano Braum/guitarra Del Silencio
Partiu pra estância celeste
O pajador do Rio Grande
E antes que alguém nos mande
Nos brotam versos silvestres
Nossa alma, de luto se veste
E num tiro de boleadeira
Uma tristeza missioneira
Espalha notícia triste:
Jayme Caetano Braun não mais existe
Virou uma estrela campeira
Se foi pra sempre o arquivo
Das tradições riograndenses
Porém, meu irmão, não penses
Que calou-se o verso altivo
O Jayme ainda está vivo
E palpitante e real
E a sua herança cultural
De inigualável valor
Com a obra de pajador
Já se tornou imortal
A rima ficou incompleta
E não vai ser mais como era
Talvez fique tapera
A inspiração de algum poeta
Porque esta perda afeta
Todo o Rio Grande bagual
O Jayme era um referencial
De artistas, cantadores
E estes meus versos são flores
Que eu deixo em seu memorial
Se foi um mestre da rima
Espelho de tanta gente
Que com seu verso imponente
Ganhou do povo a estima
E partiu trançando a esgrima
Com males de toda sorte
No lombo do verso forte
Edificou seu império
E como todo gaudério
Laçou no pescoço a morte
O pajador do Rio Grande
E antes que alguém nos mande
Nos brotam versos silvestres
Nossa alma, de luto se veste
E num tiro de boleadeira
Uma tristeza missioneira
Espalha notícia triste:
Jayme Caetano Braun não mais existe
Virou uma estrela campeira
Se foi pra sempre o arquivo
Das tradições riograndenses
Porém, meu irmão, não penses
Que calou-se o verso altivo
O Jayme ainda está vivo
E palpitante e real
E a sua herança cultural
De inigualável valor
Com a obra de pajador
Já se tornou imortal
A rima ficou incompleta
E não vai ser mais como era
Talvez fique tapera
A inspiração de algum poeta
Porque esta perda afeta
Todo o Rio Grande bagual
O Jayme era um referencial
De artistas, cantadores
E estes meus versos são flores
Que eu deixo em seu memorial
Se foi um mestre da rima
Espelho de tanta gente
Que com seu verso imponente
Ganhou do povo a estima
E partiu trançando a esgrima
Com males de toda sorte
No lombo do verso forte
Edificou seu império
E como todo gaudério
Laçou no pescoço a morte