Letra de Pra Quem Não Sabe Quem Sou - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Pra Quem Não Sabe Quem Sou
02
Viva o Rio Grande
03
Tesourinho de Muié
04
Alma de Fronteira
05
Tango do Matungo
06
Romance D"um Peão Bagual
07
Pátria Pampa
08
Por Um Pedaço de Terra
09
Dexa que Vá
10
Uma Mina "diferenti"
11
Retruco da Marculina
12
Tubiano Do Itaroquem
13
Fazendeiro em Decadência
14
Meus Versos A Dom Jayme Caetano Braum/guitarra Del Silencio
Pra Quem Não Sabe Quem Sou
Falado:
Quando espicho esta cordeona, me sinto dono do chão
No repente igual um raio, limpo a rima num clarão
E trago o resto do mundo na anca da minha canção
Meus verso são aporreado pra bailá c’os pé trocado
C’oas prendas do meu rincão
Cantado:
Vou espichando a cordeona engrossando o entrevero
E aonde eu tiver tocando ninguém fica sapateiro
Até namoro se ajeita neste embalo galponeiro
Meus versos já são taiado
Com a marca do chão colorado bem do jeito missioneiro
Meu canto é um potro redomão de poca cincha
Que se apertá muito vai nascer de ceboleia
Mas se o cantador for bem campeiro junto ao cerro
Que o bicho berra e pelos campos se guasqueia
Falado:
E é por isso companheiro que eu abro forte o gogó
E nesse embalo galponeiro, me desculpe, eu ando só
E até faço por jogo, que o fandango pega fogo no salão
Tapa de pó
E nas grandes porperia meu nome sempre aparece
Por todo rincão sulino a peonada me conhece
E este tranco macanudo desde a hora que anoitece
Meu cantar abagualado
Pra cantar c’os pé trocado até que o dia amanhece
Meu canto ...
E pra quem não me conhece me exprico desta maneira
Meus predicado são muito e não dá em quarqué tocera
Sou cria do Sete Povos linda terra missioneira
Da gaita sem a mandinga
E tenho as sete catinga desmamado na vaneira
Meu canto ...
Quando espicho esta cordeona, me sinto dono do chão
No repente igual um raio, limpo a rima num clarão
E trago o resto do mundo na anca da minha canção
Meus verso são aporreado pra bailá c’os pé trocado
C’oas prendas do meu rincão
Cantado:
Vou espichando a cordeona engrossando o entrevero
E aonde eu tiver tocando ninguém fica sapateiro
Até namoro se ajeita neste embalo galponeiro
Meus versos já são taiado
Com a marca do chão colorado bem do jeito missioneiro
Meu canto é um potro redomão de poca cincha
Que se apertá muito vai nascer de ceboleia
Mas se o cantador for bem campeiro junto ao cerro
Que o bicho berra e pelos campos se guasqueia
Falado:
E é por isso companheiro que eu abro forte o gogó
E nesse embalo galponeiro, me desculpe, eu ando só
E até faço por jogo, que o fandango pega fogo no salão
Tapa de pó
E nas grandes porperia meu nome sempre aparece
Por todo rincão sulino a peonada me conhece
E este tranco macanudo desde a hora que anoitece
Meu cantar abagualado
Pra cantar c’os pé trocado até que o dia amanhece
Meu canto ...
E pra quem não me conhece me exprico desta maneira
Meus predicado são muito e não dá em quarqué tocera
Sou cria do Sete Povos linda terra missioneira
Da gaita sem a mandinga
E tenho as sete catinga desmamado na vaneira
Meu canto ...