Letra de Fazendeiro em Decadência - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Pra Quem Não Sabe Quem Sou
02
Viva o Rio Grande
03
Tesourinho de Muié
04
Alma de Fronteira
05
Tango do Matungo
06
Romance D"um Peão Bagual
07
Pátria Pampa
08
Por Um Pedaço de Terra
09
Dexa que Vá
10
Uma Mina "diferenti"
11
Retruco da Marculina
12
Tubiano Do Itaroquem
13
Fazendeiro em Decadência
14
Meus Versos A Dom Jayme Caetano Braum/guitarra Del Silencio
Fazendeiro em Decadência
Xirú Missioneiro
(É um privilégio e uma imensa honra
Em convidar pra cantar comigo
Meu parceiro e amigo Doné Teixeira
Que vai nos contar como é que vai a pecuária
E a vida dos fazendeiros por aí, tchê! -
Mas, ficou mais ou menos assim inté por pagá)
Fazendeiro em tempos atrás já foi ponto de até referência
Mas agora chegou a evolução atrasado já entrou em decadência
O que é seu não vale quase nada
E o que compra tem muito valor
Fazendeiro do jeito que vai já não forma seu filho doutor
(Mas tá tão preta a cosa assim, tchê?
Mas o que eu trago sempre sobra algum trocado
E numa maleza dessa só mesmo um trago
Pra trazer uma alegria, companheiro)
E a vaidade também diminui chega os ponto de dar uma trégua
Já tirei a mulher da ginástica e parei de dar milho pra égua
E os parceiro já não vejo mais
Tive até que parar com minhas funda
E pra dar minhas campereadas
Eu já ando encilhando uma mula
(Mas não diga companheiro é duro o trote
Mas Deus ajuda quem cedo madruga e a cosa vai miorá
- O trote ficou mais duro e as mordomias terminaram)
Meu uísque ficou muito caro, minhas mãos começaram a tremer
E a cachaça pegou a fazer mal tive até que parar de beber
E o meu nome serviu de avalista, mas agora ninguém quer saber
E aquele meu fio de bigode foi parar lá no SPC
(Mas nem que seja a soco, vamo arrancar de volta, parceiro véio
- Mas vai sair encaracolado e cosa muito feia, tchê)
Sei que tinha até um pouco de culpa
Me envolvi com mulher e carrera
Fui patrão hoje sou mandado meu serviço é cuidar das cocheira
Teve um tempo que foi muito lindo movimento
E muita brincadeira
Hoje sei quem levou meu dinheiro
Éguas lerdas e mulheres ligeira
(Mas esse vício é bom demais
Esse não dá pra largar de mão
Não é meu amigo Doné Teixeira?
- Mesmo que se vá os patrimônio
Mas tamo fazendo o que gostemo)
por nelson de campos
(É um privilégio e uma imensa honra
Em convidar pra cantar comigo
Meu parceiro e amigo Doné Teixeira
Que vai nos contar como é que vai a pecuária
E a vida dos fazendeiros por aí, tchê! -
Mas, ficou mais ou menos assim inté por pagá)
Fazendeiro em tempos atrás já foi ponto de até referência
Mas agora chegou a evolução atrasado já entrou em decadência
O que é seu não vale quase nada
E o que compra tem muito valor
Fazendeiro do jeito que vai já não forma seu filho doutor
(Mas tá tão preta a cosa assim, tchê?
Mas o que eu trago sempre sobra algum trocado
E numa maleza dessa só mesmo um trago
Pra trazer uma alegria, companheiro)
E a vaidade também diminui chega os ponto de dar uma trégua
Já tirei a mulher da ginástica e parei de dar milho pra égua
E os parceiro já não vejo mais
Tive até que parar com minhas funda
E pra dar minhas campereadas
Eu já ando encilhando uma mula
(Mas não diga companheiro é duro o trote
Mas Deus ajuda quem cedo madruga e a cosa vai miorá
- O trote ficou mais duro e as mordomias terminaram)
Meu uísque ficou muito caro, minhas mãos começaram a tremer
E a cachaça pegou a fazer mal tive até que parar de beber
E o meu nome serviu de avalista, mas agora ninguém quer saber
E aquele meu fio de bigode foi parar lá no SPC
(Mas nem que seja a soco, vamo arrancar de volta, parceiro véio
- Mas vai sair encaracolado e cosa muito feia, tchê)
Sei que tinha até um pouco de culpa
Me envolvi com mulher e carrera
Fui patrão hoje sou mandado meu serviço é cuidar das cocheira
Teve um tempo que foi muito lindo movimento
E muita brincadeira
Hoje sei quem levou meu dinheiro
Éguas lerdas e mulheres ligeira
(Mas esse vício é bom demais
Esse não dá pra largar de mão
Não é meu amigo Doné Teixeira?
- Mesmo que se vá os patrimônio
Mas tamo fazendo o que gostemo)
por nelson de campos